A vida se vai em um instante...
Quando pensamos que podemos deixá-la de lado,
Vem o tempo mostrando que não há tempo,
Vem a noite e passa o dia, semanas se sucedem,
E quando nos damos conta, mais um ano acabou.
E agora?
Que fazer do parque que não conhecemos?
Do filho que não vimos crescer?
Do amor que deixamos morrer?
Da saúde que destruímos de qualquer maneira?
Do amor que mal vimos desabrochar e morreu?
O que fazer do tempo que não temos?
Sim, porque sempre é um corre-corre ou uma apatia total, fazemos ou não fazemos o que queremos,
Geralmente fazemos mal feito, não aproveitamos...
Aproveite esse tempo e ame com intensidade, ainda que o medo mande você maneirar.
Estude com prazer, ainda que a matéria seja chata.
Ande por contentamento, caminhe na chuva e sinta o sol, seja intenso, vibrante, forte, cheio de certezas, ainda que não saiba por onde ir...
E, porque a vida é um instante,
Seja eterno.
O prazer é viver esse momento,
Que deixarão de ser parte de um dia,
Para ser inesquecível.
http://anamariabraga.globo.com/home/mensagem/mensagem.php?id_not=3746
“Sou o intervalo entre o que sou e o que não sou, entre o que o sonho e o que a vida fez de mim.” (Fernando Pessoa) Uma pesssoa que tenta se melhorar a cada dia..
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Te amo não diz tudo.
O cara diz que te ama, então tá. Ele te ama.
Sua mulher diz que te ama, então assunto encerrado.
Você sabe que é amado porque lhe disseram isso, as três palavrinhas mágicas. Mas saber-se amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de milhas, um espaço enorme para a angústia instalar-se.
A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e verbalização, apesar de não sonharmos com outra coisa: se o cara beija, transa e diz que me ama, tenha a santa paciência, vou querer que ele faça pacto de sangue também?
Pactos. Acho que é isso. Não de sangue nem de nada que se possa ver e tocar. É um pacto silencioso que tem a força de manter as coisas enraizadas, um pacto de eternidade, mesmo que o destino um dia venha a dividir o caminho dos dois.
Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo, que sugere caminhos para melhorar, que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas e que dá uma sacudida em você, caso você esteja delirando. "Não seja tão severa consigo mesma, relaxe um pouco. Vou te trazer um cálice de vinho".
Sentir-se amado é ver que ela lembra de coisas que você contou dois anos atrás, é vê-la tentar reconciliar você com seu pai, é ver como ela fica triste quando você está triste e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d´água. "Lembra que quando eu passei por isso você disse que eu estava dramatizando? Então, chegou sua vez de simplificar as coisas. Vem aqui, tira este sapato".
Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa em munição na hora da discussão. Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente bem-vindo, que se sente inteiro. Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada, aquele que sabe que não existe assunto proibido, que tudo pode ser dito e compreendido. Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo. Sente-se amado quem não ofega, mas suspira; quem não levanta a voz, mas fala; quem não concorda, mas escuta.
Agora sente-se e escute: eu te amo não diz tudo.
Texto de Martha Medeiros
Sua mulher diz que te ama, então assunto encerrado.
Você sabe que é amado porque lhe disseram isso, as três palavrinhas mágicas. Mas saber-se amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de milhas, um espaço enorme para a angústia instalar-se.
A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e verbalização, apesar de não sonharmos com outra coisa: se o cara beija, transa e diz que me ama, tenha a santa paciência, vou querer que ele faça pacto de sangue também?
Pactos. Acho que é isso. Não de sangue nem de nada que se possa ver e tocar. É um pacto silencioso que tem a força de manter as coisas enraizadas, um pacto de eternidade, mesmo que o destino um dia venha a dividir o caminho dos dois.
Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo, que sugere caminhos para melhorar, que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas e que dá uma sacudida em você, caso você esteja delirando. "Não seja tão severa consigo mesma, relaxe um pouco. Vou te trazer um cálice de vinho".
Sentir-se amado é ver que ela lembra de coisas que você contou dois anos atrás, é vê-la tentar reconciliar você com seu pai, é ver como ela fica triste quando você está triste e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d´água. "Lembra que quando eu passei por isso você disse que eu estava dramatizando? Então, chegou sua vez de simplificar as coisas. Vem aqui, tira este sapato".
Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa em munição na hora da discussão. Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente bem-vindo, que se sente inteiro. Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada, aquele que sabe que não existe assunto proibido, que tudo pode ser dito e compreendido. Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo. Sente-se amado quem não ofega, mas suspira; quem não levanta a voz, mas fala; quem não concorda, mas escuta.
Agora sente-se e escute: eu te amo não diz tudo.
Texto de Martha Medeiros
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Em tudo...
Em tudo o aprendiz do Evangelho encontra ensejo de empregar a orientação da fraternidade pura.
Escolhendo métodos para estudo.
Mantendo persistência no serviço em favor do próximo.
Elegendo a serenidade por norma de cada dia.
Burilando ideais sadios na ação de interesse geral.
Aplicando teoria e prática do bem nas tarefas mais simples.
Anotando por si mesmo a verificação das próprias deficiências.
Exprimindo gratidão operante.
Sustentando intenções nobres constantemente.
Defendendo a valorização efetiva das qualidades respeitáveis dos companheiros que o cercam.
Apresentando a doação espontânea de concurso pessoal a benefício dos outros.
*
Portanto, jamais percamos a visão central da meta superior a que nos dirigimos.
Com Jesus, estamos empenhados em trabalho ideal de equipe, no esforço máximo de construtividade pela eficiência da alma no culto do amor vivo e pela criação da felicidade para todas as criaturas.
(pagina do livro ESTUDE E VIVA)
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
CERCAS OU PONTES?
Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado. Mas agora tudo havia mudado. O que começou com um pequeno mal entendido, finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio. Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta.
- Estou procurando trabalho, disse ele. Talvez você tenha algum serviço para mim.
- Sim, disse o fazendeiro. Claro! Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu vizinho. Na realidade do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira ali no celeiro? Pois use para construir uma cerca bem alta.
- Acho que entendo a situação, disse o carpinteiro. Mostre-me onde estão a pá e os pregos.
O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade.
O homem ficou ali cortando, medindo, trabalhando o dia inteiro.
Quando o fazendeiro chegou, não acreditou no que viu: em vez de cerca, uma ponte foi construída ali, ligando as duas margens do riacho.
Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e falou:
- Você foi atrevido construindo essa ponte depois de tudo que lhe contei. Mas as surpresas não pararam ai. Ao olhar novamente para a ponte viu o seu irmão se aproximando de braços abertos. Por um instante permaneceu imóvel do seu lado do rio.
O irmão mais novo então falou:
- Você realmente foi muito amigo construindo esta ponte mesmo depois do que eu lhe disse. De repente,
num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte.
O carpinteiro que fez o trabalho, partiu com sua caixa de ferramentas.
- Espere, fique conosco! Tenho outros trabalhos para você. E o carpinteiro respondeu:
- Eu adoraria, mas tenho outras pontes a construir...
Já pensou como as coisas seriam mais fáceis se parássemos de construir cercas e muros e passássemos a construir pontes com nossos familiares, amigos, colegas do trabalho e principalmente nossos inimigos...O que você está esperando? Que tal começar agora !!
Muitas vezes desistimos de quem amamos por causa de mágoas e mal entendidos. Vamos deixar isso de lado, ninguém é perfeito, mas alguém tem que dar o primeiro passo.
Quanto mais amigos tiver, melhor vai se sentir, sabe por que??!!
É bom demais Amar e ser amado é melhor ainda.
Pense Nisso e Construa Pontes ao seu redor.
PS.: Ignoro a autoria, por isso não constei os créditos
Ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/off-topic/cercas-ou-pontes/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+forumespirita+%28Forum+Espirita+email+news+100+topicos%29#ixzz17Kg7jSw0
- Estou procurando trabalho, disse ele. Talvez você tenha algum serviço para mim.
- Sim, disse o fazendeiro. Claro! Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu vizinho. Na realidade do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira ali no celeiro? Pois use para construir uma cerca bem alta.
- Acho que entendo a situação, disse o carpinteiro. Mostre-me onde estão a pá e os pregos.
O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade.
O homem ficou ali cortando, medindo, trabalhando o dia inteiro.
Quando o fazendeiro chegou, não acreditou no que viu: em vez de cerca, uma ponte foi construída ali, ligando as duas margens do riacho.
Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e falou:
- Você foi atrevido construindo essa ponte depois de tudo que lhe contei. Mas as surpresas não pararam ai. Ao olhar novamente para a ponte viu o seu irmão se aproximando de braços abertos. Por um instante permaneceu imóvel do seu lado do rio.
O irmão mais novo então falou:
- Você realmente foi muito amigo construindo esta ponte mesmo depois do que eu lhe disse. De repente,
num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte.
O carpinteiro que fez o trabalho, partiu com sua caixa de ferramentas.
- Espere, fique conosco! Tenho outros trabalhos para você. E o carpinteiro respondeu:
- Eu adoraria, mas tenho outras pontes a construir...
Já pensou como as coisas seriam mais fáceis se parássemos de construir cercas e muros e passássemos a construir pontes com nossos familiares, amigos, colegas do trabalho e principalmente nossos inimigos...O que você está esperando? Que tal começar agora !!
Muitas vezes desistimos de quem amamos por causa de mágoas e mal entendidos. Vamos deixar isso de lado, ninguém é perfeito, mas alguém tem que dar o primeiro passo.
Quanto mais amigos tiver, melhor vai se sentir, sabe por que??!!
É bom demais Amar e ser amado é melhor ainda.
Pense Nisso e Construa Pontes ao seu redor.
PS.: Ignoro a autoria, por isso não constei os créditos
Ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/off-topic/cercas-ou-pontes/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+forumespirita+%28Forum+Espirita+email+news+100+topicos%29#ixzz17Kg7jSw0
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Brilhe Vossa Luz..
"Corre, incessantemente, o caudaloso rio da vida...
Iniciam-se viagens longas, embarca-se e desembarca-se, entre esperanças renovadas e prantos de despedida.
Viajores partem, viajores tornam.
Como é difícil atingir o porto da renovação!
Quase sempre, a imprevidência e a inquietude precipitam-se nas profundezas sombrias!...
Para vencer a jornada laboriosa, é preciso aprender com Alguém que foi o Caminho, a Verdade e a Vida.
Ele não era conquistador e fundou o maior de todos os domínios, não era geógrafo e descortinou os sublimes continentes da imortalidade, não era legislador e iluminou os códigos do mundo, não era filósofo e resolveu os enigmas da alma, não era juiz e ensinou a justiça com misericórdia, não era teólogo e revelou a fé viva, não era diplomata e trouxe a fórmula da paz, não era médico e limpou leprosos, restaurou a visão dos cegos e levantou paralíticos do corpo e do espírito, não era cirurgião e extirpou a chaga da animalidade primitiva, não era sociólogo e estabeleceu a solidariedade humana, não era cientista e foi o sábio dos sábios, não era escritor e deixou ao Planeta o maior dos livros, não era advogado e defendeu a causa da Humanidade inteira, não era engenheiro e traçou caminhos imperecíveis, não era economista e ensinou a distribuição dos bens da vida a cada um por suas obras, não era guerreiro e continua conquistando as almas há vinte séculos, não era químico e transformou a lama das paixões em ouro da espiritualidade superior, não era físico e edificou o equilíbrio na Terra, não era astrônomo e desvendou os mundos novos da imensidade, enriquecendo de luz o porvir humano, não era escultor e modelou corações, convertendo-os em poemas vivos de bondade e esperança...
Ele foi o Mestre, o Salvador, o Companheiro, o Amigo Certo, humilde na manjedoura, devotado no amor aos infelizes, sublime em todas as lições, forte, otimista e fiel ao Supremo Senhor até a cruz.
Bem aventurados os seus discípulos sinceros, que se transformam em servidores do mundo por amor ao seu amor!
Valiosa é a experiência do homem, bela é a ciência da Terra, nobre é a filosofia religiosa que ilumina os conhecimentos terrestres, admirável é a indústria das nações, vigorosa é a inteligência das criaturas, maravilhosos são os sistemas políticos dos povos mais cultos, entretanto, sem Cristo, a grandeza humana pode não passar de relâmpago, dentro da noite espessa.
"Brilhe a vossa luz", disse o Mestre Inesquecível.
Acenda cada aprendiz do Evangelho a lâmpada do coração.
Não importa seja essa lâmpada pequenina.
A humilde chama da vela distante é irmã da claridade radiosa da estrela.
É indispensável, porém, que toda a luz do Senhor permaneça brilhando em nossa jornada sobre abismos, até a vitória final no porto da grande libertação." (Apostilas da Vida, 1, IDE)
Andre Luiz
Iniciam-se viagens longas, embarca-se e desembarca-se, entre esperanças renovadas e prantos de despedida.
Viajores partem, viajores tornam.
Como é difícil atingir o porto da renovação!
Quase sempre, a imprevidência e a inquietude precipitam-se nas profundezas sombrias!...
Para vencer a jornada laboriosa, é preciso aprender com Alguém que foi o Caminho, a Verdade e a Vida.
Ele não era conquistador e fundou o maior de todos os domínios, não era geógrafo e descortinou os sublimes continentes da imortalidade, não era legislador e iluminou os códigos do mundo, não era filósofo e resolveu os enigmas da alma, não era juiz e ensinou a justiça com misericórdia, não era teólogo e revelou a fé viva, não era diplomata e trouxe a fórmula da paz, não era médico e limpou leprosos, restaurou a visão dos cegos e levantou paralíticos do corpo e do espírito, não era cirurgião e extirpou a chaga da animalidade primitiva, não era sociólogo e estabeleceu a solidariedade humana, não era cientista e foi o sábio dos sábios, não era escritor e deixou ao Planeta o maior dos livros, não era advogado e defendeu a causa da Humanidade inteira, não era engenheiro e traçou caminhos imperecíveis, não era economista e ensinou a distribuição dos bens da vida a cada um por suas obras, não era guerreiro e continua conquistando as almas há vinte séculos, não era químico e transformou a lama das paixões em ouro da espiritualidade superior, não era físico e edificou o equilíbrio na Terra, não era astrônomo e desvendou os mundos novos da imensidade, enriquecendo de luz o porvir humano, não era escultor e modelou corações, convertendo-os em poemas vivos de bondade e esperança...
Ele foi o Mestre, o Salvador, o Companheiro, o Amigo Certo, humilde na manjedoura, devotado no amor aos infelizes, sublime em todas as lições, forte, otimista e fiel ao Supremo Senhor até a cruz.
Bem aventurados os seus discípulos sinceros, que se transformam em servidores do mundo por amor ao seu amor!
Valiosa é a experiência do homem, bela é a ciência da Terra, nobre é a filosofia religiosa que ilumina os conhecimentos terrestres, admirável é a indústria das nações, vigorosa é a inteligência das criaturas, maravilhosos são os sistemas políticos dos povos mais cultos, entretanto, sem Cristo, a grandeza humana pode não passar de relâmpago, dentro da noite espessa.
"Brilhe a vossa luz", disse o Mestre Inesquecível.
Acenda cada aprendiz do Evangelho a lâmpada do coração.
Não importa seja essa lâmpada pequenina.
A humilde chama da vela distante é irmã da claridade radiosa da estrela.
É indispensável, porém, que toda a luz do Senhor permaneça brilhando em nossa jornada sobre abismos, até a vitória final no porto da grande libertação." (Apostilas da Vida, 1, IDE)
Andre Luiz
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Saber Receber
Saber receber é uma qualidade a ser desenvolvida. Receber é um ato de humildade. Onde se conhece os limites e sabe que outra pessoa, ou poder, pode suprir. Todos precisamos um dos outros, somos inter-dependentes.
Apenas querer “fazer”, tem envolvido o ego do orgulho, que se coloca em posição de superioridade, acima de todos, e que detém o poder de suprir as necessidades alheias, em troca de reconhecimentos, amor, respeito, elogios, etc.
Não aceita ajuda, pois se sente fracassado, humilhado, um golpe ao ego ou de sua auto-imagem.
Acredita que deve dar algo em troca. Sente-se um devedor, medo de jogarem na cara o favor recebido.
Saber receber, ajuda as pessoas a se sentirem importante, feliz e útil. Dar e receber são atitudes que devemos aprender.
http://conheceroser.blogspot.com/
Apenas querer “fazer”, tem envolvido o ego do orgulho, que se coloca em posição de superioridade, acima de todos, e que detém o poder de suprir as necessidades alheias, em troca de reconhecimentos, amor, respeito, elogios, etc.
Não aceita ajuda, pois se sente fracassado, humilhado, um golpe ao ego ou de sua auto-imagem.
Acredita que deve dar algo em troca. Sente-se um devedor, medo de jogarem na cara o favor recebido.
Saber receber, ajuda as pessoas a se sentirem importante, feliz e útil. Dar e receber são atitudes que devemos aprender.
http://conheceroser.blogspot.com/
sábado, 27 de novembro de 2010
A força de DEUS...
Para onde te voltes, Deus é a Presença única, total, pulsante, e é o poder real, permanente, inigualável, que atua sem cessar.
Tudo vibra e se movimenta graças à Sua força, ao impulso inicial, que DEle procede.
É imperioso abrires a mente e o coração, conscientemente, a essa energia, a fim de te deixares penetrar, adquirindo os recursos que dela fluem e assim tornando-te usina reguladora, a irradiar em todas as direções. Ao fazê-lo, envolverás os demais individuos em bençãos, modificando a estrutura ambiental, e os enriquecendo de valores insuperáveis.
O medo e a dúvida, a mágoa e a insensatez cederão lugar à confiança e à coragem, abrindo espaço para os logros elevados do Espírito eterno. Se adotas pensamentos de depressão ou de violência, de enarmonia ou de escassez neste ambiente repleto de vida, isolas-te, alienando-te do poder de Deus e buscando a fraqueza de ti mesmo. Todavia, se te permites im pregnar pela pujança da Sua vitalidade, essa paz segue em tua direção e te envolve em sucessivas ondas que te resguardam das agressões e hostilidades de fora, que jamais te alcançarão
Texto retirado do livro "Alegria de Viver" de Divaldo P. Franco pelo espiríto Joanna de Ângelis
Tudo vibra e se movimenta graças à Sua força, ao impulso inicial, que DEle procede.
É imperioso abrires a mente e o coração, conscientemente, a essa energia, a fim de te deixares penetrar, adquirindo os recursos que dela fluem e assim tornando-te usina reguladora, a irradiar em todas as direções. Ao fazê-lo, envolverás os demais individuos em bençãos, modificando a estrutura ambiental, e os enriquecendo de valores insuperáveis.
O medo e a dúvida, a mágoa e a insensatez cederão lugar à confiança e à coragem, abrindo espaço para os logros elevados do Espírito eterno. Se adotas pensamentos de depressão ou de violência, de enarmonia ou de escassez neste ambiente repleto de vida, isolas-te, alienando-te do poder de Deus e buscando a fraqueza de ti mesmo. Todavia, se te permites im pregnar pela pujança da Sua vitalidade, essa paz segue em tua direção e te envolve em sucessivas ondas que te resguardam das agressões e hostilidades de fora, que jamais te alcançarão
Texto retirado do livro "Alegria de Viver" de Divaldo P. Franco pelo espiríto Joanna de Ângelis
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Sabbath - Atividade incessante é violência contra si e contra o próximo.
O feriadão acabou, seria natural agora se todos os rostos exibissem sinais de relaxamento e satisfação. Mas basta olhar em torno de nós ou dar uma espiada no espelho para constatarmos: continuamos tensos e exauridos. O que tivemos no feriadão? Atividade, muita atividade, incessante atividade. O agito das baladas e raves, o trabalho do escritório levado para casa, o “bico” sazonal para reforçar a renda, a ação beneficente voluntária... Não importa. No final, chega-se ao mesmo efeito sobre o corpo e a alma: estresse.
Mergulhados na agitação, perdemos o ritmo entre trabalho e repouso. Passamos a trafegar na contramão da vida. O ritmo que descartamos é o que está presente na alternância entre o dia e a noite, no movimento das marés, no intervalo das batidas do coração...
A ação exige o comparecimento da pausa para que se dê a contradança, expressão de harmonia e equilíbrio. Nossa cultura da acumulação, no entanto, diz que fazer alguma coisa – qualquer coisa! – é sempre melhor e mais produtivo do que não fazer nada e, assim, nos afasta da quietude e do descanso real. Estar sempre ocupado, muito ocupado, virou um sinal de inclusão social. A recompensa? Mais dinheiro, mais reconhecimento, mais poder, mais patrimônio, quem sabe até mais amor e mais segurança. Mais, mais, mais.
Engano, ilusão. Como lembra Wayne Muller, autor do livro “Sabbath”, mesmo quando as intenções são nobres e os esforços sinceros, mesmo quando dedicamos a vida a servir o próximo, a atividade excessiva e frenética inflige sofrimento a nós mesmos e aos outros. É violência consentida que fere a muitos: ao nosso corpo obrigado a operar além dos seus limites, à família para a qual já não dispomos de tempo para conviver e assistir, aos amigos que não mais recebem o retorno de suas expressões de carinho e à comunidade e ao mundo, que o medo de perder nossas posses transforma em ameaça a ser evitada, roubando-nos a chance de sermos bons e generosos.
A lógica da atividade incessante – e, erroneamente, chamamos isso de busca da felicidade - serve à inquietação da mente, que precisa ser disciplinada a fim de que tenhamos paz e possamos, de fato, desfrutar a vida. Permanecer nesse estado é cair em um pandemônio de produção e consumo inconscientes no qual perdemos as coisas essenciais e nada saboreamos plenamente.
A solução? Lembrarmo-nos do sabbath, praticarmos o sabbath. Toda sabedoria ancestral nos convida a cumprir o preceito que na tradição judaico-cristã aparece inscrito no terceiro mandamento anunciado no Sinai: santificar o sábado (sabbath), o dia do descanso e da contemplação, da imersão em si mesmo. Pausa, ócio, atenção à vida.
O sabbath é um conceito. Não é uma prisão ao calendário. É a observância do ritmo entre trabalho e repouso, ação e meditação. É equilíbrio produtivo. Como dizia Thomas Merton, “o frenesi da nossa atividade destrói a frutificação do próprio trabalho porque mata a raiz da sabedoria que torna o trabalho frutífero”.
Textos de Jomar Morais na coluna Plural,
publicada às terças-feiras no Novo Jornal
http://www.planetajota.jor.br/outroolhar.htm
Mergulhados na agitação, perdemos o ritmo entre trabalho e repouso. Passamos a trafegar na contramão da vida. O ritmo que descartamos é o que está presente na alternância entre o dia e a noite, no movimento das marés, no intervalo das batidas do coração...
A ação exige o comparecimento da pausa para que se dê a contradança, expressão de harmonia e equilíbrio. Nossa cultura da acumulação, no entanto, diz que fazer alguma coisa – qualquer coisa! – é sempre melhor e mais produtivo do que não fazer nada e, assim, nos afasta da quietude e do descanso real. Estar sempre ocupado, muito ocupado, virou um sinal de inclusão social. A recompensa? Mais dinheiro, mais reconhecimento, mais poder, mais patrimônio, quem sabe até mais amor e mais segurança. Mais, mais, mais.
Engano, ilusão. Como lembra Wayne Muller, autor do livro “Sabbath”, mesmo quando as intenções são nobres e os esforços sinceros, mesmo quando dedicamos a vida a servir o próximo, a atividade excessiva e frenética inflige sofrimento a nós mesmos e aos outros. É violência consentida que fere a muitos: ao nosso corpo obrigado a operar além dos seus limites, à família para a qual já não dispomos de tempo para conviver e assistir, aos amigos que não mais recebem o retorno de suas expressões de carinho e à comunidade e ao mundo, que o medo de perder nossas posses transforma em ameaça a ser evitada, roubando-nos a chance de sermos bons e generosos.
A lógica da atividade incessante – e, erroneamente, chamamos isso de busca da felicidade - serve à inquietação da mente, que precisa ser disciplinada a fim de que tenhamos paz e possamos, de fato, desfrutar a vida. Permanecer nesse estado é cair em um pandemônio de produção e consumo inconscientes no qual perdemos as coisas essenciais e nada saboreamos plenamente.
A solução? Lembrarmo-nos do sabbath, praticarmos o sabbath. Toda sabedoria ancestral nos convida a cumprir o preceito que na tradição judaico-cristã aparece inscrito no terceiro mandamento anunciado no Sinai: santificar o sábado (sabbath), o dia do descanso e da contemplação, da imersão em si mesmo. Pausa, ócio, atenção à vida.
O sabbath é um conceito. Não é uma prisão ao calendário. É a observância do ritmo entre trabalho e repouso, ação e meditação. É equilíbrio produtivo. Como dizia Thomas Merton, “o frenesi da nossa atividade destrói a frutificação do próprio trabalho porque mata a raiz da sabedoria que torna o trabalho frutífero”.
Textos de Jomar Morais na coluna Plural,
publicada às terças-feiras no Novo Jornal
http://www.planetajota.jor.br/outroolhar.htm
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Mossoró comemora emancipação política no dia e mês errados.
A primeira Câmara de Vereadores de Mossoró foi instalada por direito no dia 24 de janeiro de 1853. É que no ano anterior, mais precisamente no dia 15 de março de 1852, Mossoró havia conquistado a sua autonomia política e com isso a necessidade da instalação do Poder Legislativo municipal. Assim, Mossoró desvinculou-se politicamente da cidade do Assú. Pode-se dizer que a "certidão de nascimento" do município está registrada precisamente na folha 138 do livro 2º de Leis e Resoluções Provinciais, da Secretaria do governo do Rio Grande do Norte, sob o número 246.
Para que a data histórica ficasse marcada na memória, o Brasão de Mossoró, lançado em 1912, tem em destaque os dizeres "Município de Mossoró 1852", sobre duas fitas verde-amarelas entrelaçadas sob o Brasão. Todos estes fatos têm registros e foram documentados por pesquisadores e historiadores reconhecidos.
A data passou despercebida, mas em 2004 a Câmara Municipal de Mossoró promulgou uma lei transformando em feriado municipal o dia 9 de novembro "em comemoração à data alusiva à Emancipação Política de Mossoró". Trata-se da Lei nº 2009/2004 que "torna ponto facultativo em repartições públicas municipais de nossa cidade o dia 9 de novembro e dá outras providências." O fato é que esta data na realidade marca a elevação de Mossoró, que era uma vila, à categoria de cidade.
A trapalhada dos vereadores causou confusão até nos meios escolares, como bem observou o pesquisador Geraldo Maia após uma palestra que proferiu em setembro passado. "Recentemente, durante o Seminário Novas Liberdades, me surpreendi que até muitos professores estão equivocados com relação a verdadeira data da Emancipação Política de Mossoró," comentou.
Patético, o erro dos vereadores virou motivo de piada em diversas rodas de conversa e de ironia em órgãos da imprensa. Geraldo Maia recorda ainda que dois anos após a desastrada lei, o então presidente da Câmara, "até para se livrar das críticas feitas pela imprensa, comprometeu-se, de público, a convocar um fórum de discussão para se chegar a um acordo com relação a verdadeira data da Emancipação Política de Mossoró." Isso foi em 2006. O mandato terminou, outros vereadores foram eleitos, e até hoje nada aconteceu. A cidade continua a comemorar o aniversário na data errada por força da lei.
Mas não por muito tempo. Incomodado com este erro histórico, o vereador Genivan Vale disse que vai apresentar um projeto de lei para corrigir o equívoco. "Não é possível que Mossoró continue comemorando o seu aniversário numa data errada. Consultei vários livros de história, e não há historiador que discorde da data de 15 de março como a correta," informou, acrescentando que se "se alguém contestar, vou convocar uma audiência pública. Temos que corrigir este erro histórico urgentemente."
Larissa Newton- O mossoroense.
http://www2.uol.com.br/omossoroense/mudanca/conteudo/universo.htm
Para que a data histórica ficasse marcada na memória, o Brasão de Mossoró, lançado em 1912, tem em destaque os dizeres "Município de Mossoró 1852", sobre duas fitas verde-amarelas entrelaçadas sob o Brasão. Todos estes fatos têm registros e foram documentados por pesquisadores e historiadores reconhecidos.
A data passou despercebida, mas em 2004 a Câmara Municipal de Mossoró promulgou uma lei transformando em feriado municipal o dia 9 de novembro "em comemoração à data alusiva à Emancipação Política de Mossoró". Trata-se da Lei nº 2009/2004 que "torna ponto facultativo em repartições públicas municipais de nossa cidade o dia 9 de novembro e dá outras providências." O fato é que esta data na realidade marca a elevação de Mossoró, que era uma vila, à categoria de cidade.
A trapalhada dos vereadores causou confusão até nos meios escolares, como bem observou o pesquisador Geraldo Maia após uma palestra que proferiu em setembro passado. "Recentemente, durante o Seminário Novas Liberdades, me surpreendi que até muitos professores estão equivocados com relação a verdadeira data da Emancipação Política de Mossoró," comentou.
Patético, o erro dos vereadores virou motivo de piada em diversas rodas de conversa e de ironia em órgãos da imprensa. Geraldo Maia recorda ainda que dois anos após a desastrada lei, o então presidente da Câmara, "até para se livrar das críticas feitas pela imprensa, comprometeu-se, de público, a convocar um fórum de discussão para se chegar a um acordo com relação a verdadeira data da Emancipação Política de Mossoró." Isso foi em 2006. O mandato terminou, outros vereadores foram eleitos, e até hoje nada aconteceu. A cidade continua a comemorar o aniversário na data errada por força da lei.
Mas não por muito tempo. Incomodado com este erro histórico, o vereador Genivan Vale disse que vai apresentar um projeto de lei para corrigir o equívoco. "Não é possível que Mossoró continue comemorando o seu aniversário numa data errada. Consultei vários livros de história, e não há historiador que discorde da data de 15 de março como a correta," informou, acrescentando que se "se alguém contestar, vou convocar uma audiência pública. Temos que corrigir este erro histórico urgentemente."
Larissa Newton- O mossoroense.
http://www2.uol.com.br/omossoroense/mudanca/conteudo/universo.htm
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Perfil do otimismo
Quando as andorinhas, bailarinas ligeiras, dançam no ar, coloridas pelos últimos raios do sol poente, o suave calor da primavera anuncia a chegada alegre das flores e da renovação da vida.
Arrebentam-se as fendas dos velhos muros e morros cansados, deixando que os vegetais surjam em variado verdor e os campos largos se exibam com matizados em festa inigualável.
As mãos mágicas do Celeste Pintor saem derramando tintas e perfumes embriagadores em todo lugar, confirmando seu inefável amor por Suas criaturas.
Os córregos cantam com as águas apressadas e as cachoeiras arrebentam cristais nas pedras resignadas, que os recebem felizes.
Há uma revolução geral, e os dias frios partem, deixando as lembranças tristes sepultadas sem saudades.
Revoadas de aves alegres, incessantemente, bordam os céus com imagens sucessivas de beleza incomum.
A primavera é o otimismo da natureza cantando o poema da estesia de Deus. Enquanto se repita, a aliança de amor permanece entre o homem descuidado e seu Pai zeloso, sustentando a esperança.
Apesar disso, muitas criaturas desanimadas deixam de fitar a claridade do dia primaveril, mergulhadas na noite das suas paixões.
Preferem olhar o chão onde permanece o lodo, a contemplar o alto onde fulguram as estrelas. Por isso, tornam-se torpes, amarguradas, perturbadoras.
A vida humana, qual ocorre com a da natureza, passa por quadras variadas que se sucedem em ordem de grandeza, servindo uma de base à outra, indispensáveis à harmonia de conjunto.
A noite, que convida ao repouso, enseja a reflexão para o dia, que propicia a ação.
O inverno, que parece destruidor, também enseja a preservação da energia, que estrugirá em vida na primavera.
A criatura humana é o mais grandioso investimento de Deus na Terra, e ser otimista quanto ao futuro, mesmo que haja dificuldades no presente, é o mínimo que lhe cabe, como afirmação da sua realidade e gratidão ao seu Criador.
Quem pretende conservar tristeza no coração, encontrará sempre motivos falsos para sustentá-la, acalentando a queixa, cultivando a desdita e nutrindo-se da insatisfação.
O otimismo é gerador de adrenalina emocional, que estimula o sangue, impulsionando ao avanço, à alegria fomentadora da ação.
Cultivando-o nos sentimentos, adquire-se visão para penetrar o lado oculto ou sombrio das ocorrências e entusiasmo para não desfalecer ante os primeiros insucessos da marcha, prelúdios das vitórias futuras.
Quem não possui capacidade para sustentar com valor os embates fracassados, não tem condições para viver as grandes e decisórias batalhas.
Nos céus dos que amam e confiam em Deus com otimismo, sempre haverá andorinhas bailando em prenúncio de gloriosas primaveras.
* * *
O homem deve impor-se a tarefa de abrir janelas de otimismo nas salas onde dominam tristezas e arejar espaços escuros de pessimismo mediante o aroma da esperança.
Redação do Momento Espírita, com base no cap. Perfil do otimismo, do livro Perfis da vida,
pelo Espírito Guaracy P. Vieira, psicografia de Divaldo P. Franco, ed. Leal,
e no verbete Otimismo, do livro Repositório de sabedoria, v.2, pelo Espírito
Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo P. Franco, ed. Leal.
Arrebentam-se as fendas dos velhos muros e morros cansados, deixando que os vegetais surjam em variado verdor e os campos largos se exibam com matizados em festa inigualável.
As mãos mágicas do Celeste Pintor saem derramando tintas e perfumes embriagadores em todo lugar, confirmando seu inefável amor por Suas criaturas.
Os córregos cantam com as águas apressadas e as cachoeiras arrebentam cristais nas pedras resignadas, que os recebem felizes.
Há uma revolução geral, e os dias frios partem, deixando as lembranças tristes sepultadas sem saudades.
Revoadas de aves alegres, incessantemente, bordam os céus com imagens sucessivas de beleza incomum.
A primavera é o otimismo da natureza cantando o poema da estesia de Deus. Enquanto se repita, a aliança de amor permanece entre o homem descuidado e seu Pai zeloso, sustentando a esperança.
Apesar disso, muitas criaturas desanimadas deixam de fitar a claridade do dia primaveril, mergulhadas na noite das suas paixões.
Preferem olhar o chão onde permanece o lodo, a contemplar o alto onde fulguram as estrelas. Por isso, tornam-se torpes, amarguradas, perturbadoras.
A vida humana, qual ocorre com a da natureza, passa por quadras variadas que se sucedem em ordem de grandeza, servindo uma de base à outra, indispensáveis à harmonia de conjunto.
A noite, que convida ao repouso, enseja a reflexão para o dia, que propicia a ação.
O inverno, que parece destruidor, também enseja a preservação da energia, que estrugirá em vida na primavera.
A criatura humana é o mais grandioso investimento de Deus na Terra, e ser otimista quanto ao futuro, mesmo que haja dificuldades no presente, é o mínimo que lhe cabe, como afirmação da sua realidade e gratidão ao seu Criador.
Quem pretende conservar tristeza no coração, encontrará sempre motivos falsos para sustentá-la, acalentando a queixa, cultivando a desdita e nutrindo-se da insatisfação.
O otimismo é gerador de adrenalina emocional, que estimula o sangue, impulsionando ao avanço, à alegria fomentadora da ação.
Cultivando-o nos sentimentos, adquire-se visão para penetrar o lado oculto ou sombrio das ocorrências e entusiasmo para não desfalecer ante os primeiros insucessos da marcha, prelúdios das vitórias futuras.
Quem não possui capacidade para sustentar com valor os embates fracassados, não tem condições para viver as grandes e decisórias batalhas.
Nos céus dos que amam e confiam em Deus com otimismo, sempre haverá andorinhas bailando em prenúncio de gloriosas primaveras.
* * *
O homem deve impor-se a tarefa de abrir janelas de otimismo nas salas onde dominam tristezas e arejar espaços escuros de pessimismo mediante o aroma da esperança.
Redação do Momento Espírita, com base no cap. Perfil do otimismo, do livro Perfis da vida,
pelo Espírito Guaracy P. Vieira, psicografia de Divaldo P. Franco, ed. Leal,
e no verbete Otimismo, do livro Repositório de sabedoria, v.2, pelo Espírito
Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo P. Franco, ed. Leal.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
O DIA DE FINADOS NA VISAO ESPIRITA
A origem do dia de Finados nos
leva ao ano de 998, há mais de 1.000
anos, quando o abade da Ordem dos
Beneditinos em Cluny, França, instituiu
em todos os mosteiros da Ordem
naquele país a comemoração
dos mortos, a 2 de novembro, culto
que a Santa Sé aplaudiu e oficializou
para todo o Ocidente.
Será que os “mortos” ficam sensibilizados
ao nos lembrarmos deles?
O Espiritismo afirma-nos que
sim. Eles ficam contentes e sensibilizados
com a lembrança dos
seus nomes. Se são felizes, essa
lembrança aumenta sua felicidade;
se são infelizes, isso constitui
para eles um alívio.
No dia consagrado aos mortos,
eles atendem ao apelo do pensamento
dos que buscam orar sobre
seus despojos, como em qualquer
outra ocasião. Nessa data, os
cemitérios ficam repletos de Espíritos, mais do que em outros dias,
porque evidentemente há em tais
ocasiões um número maior de pessoas
que os chamam. É um erro,
contudo, pensar que é a multidão de
curiosos que os atrai ao campo santo;
cada um ali comparece por causa
de seus amigos e não pela reunião
dos indiferentes que, muitas
vezes, visitam os cemitérios como
maneira de passar o tempo. O
túmulo de Kardec, no cemitério
Père-Lachaise de Paris (foto), é
um dos que atraem turistas de todo
o mundo, espíritas e não-espíritas.
Não é, porém, indispensável
comparecer ao cemitério para homenagear
o ente querido que partiu.
A visita ao túmulo é um modo
de manifestar que se pensa no Espírito
ausente – serve de imagem,
mas é a prece que santifica o ato
de lembrar, pouco importando o
lugar, se ela é ditada pelo coração.
Este jornal, como já procedeu
no ano passado, dedica esta página
aos nossos “mortos” queridos,
oferecendo ao leitor os textos ao
lado que buscam esclarecer como
o Espiritismo vê o fenômeno da
morte e o descreve.
http://www.oconsolador.com.br/linkfixo/oimortal/2006/Novembro_2006.pdfOrigem do dia dos Mortos, dia de Finados, 2 de Novembro.
O dia dos Mortos, é uma tradição que é milenar. Este é um dos cultos mais antigos e que esteve presente em quase todas as religiões, em especial nas mais antigas. A princípio era ligado aos cultos agrários e de fertilidade. Para os mais antigos, os mortos eram como sementes, e por isso eram enterrados com vistas à ressurreição.
http://www.benitopepe.com.br/2009/11/01/origem-do-dia-dos-mortos-dia-de-finados-2-de-novembro/
O binômio: morte-fertilidade, explica a primitiva celebração de Finados com banquetes perto dos túmulos. Essa associação levou o homem primitivo a implorar a proteção dos mortos para as colheitas e plantações. Na antiguidade greco-romana, o culto das almas (manes) era celebrado com o cerimonial da vegetação. Hipócrates, baseado na mesma crença, afirmou que os espíritos dos defuntos “fazem germinar e crescer as sementes”. Os hindus comemoram os mortos em plena fase da colheita, como a festa principal do período.
Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa, mas o dia de Finados só foi oficialmente instituído pela Igreja Católica no século X e denominado, na liturgia, omnium fidelium defunctorum (”de todos os fiéis defuntos”). Com o passar do tempo, a comemoração ultrapassou seu exclusivo aspecto religioso, para revelar uma feição emotiva: a saudade de quem perdeu entes queridos. Hoje se celebra este dia dizendo: “saudades sim! tristeza não!”
Para os católicos, dizer que quando uma pessoa morre tudo acabou não é verdade. Os católicos crêem que o testemunho de vida daquele que morreu fica como luz acesa no coração de quem continua a peregrinação. Para tanto, eles acendem velas no Dia de Finados, buscando celebrar e perpetuar a luz do falecido.
A escolha da data se deu em virtude do dia de todos os santos, 1º de novembro, pois os religiosos acreditavam que todas as pessoas, ao morrerem em santidade, entram em estado de graça, mesmo não sendo canonizados.
A doutrina católica evoca algumas passagens bíblicas para fundamentar sua posição (cf. Tobias 12,12; Jó 1,18-20; Mt 12,32 e II Macabeus 12,43-46), e se apóia em uma prática de quase dois mil anos.
Curiosidades neste dia ou quanto a este dia:
No México, ao invés de melancolia, os mortos são homenageados com grandes festas. Isso faz com que o país receba visitas de turistas de todo mundo. Os mexicanos fazem uma verdadeira festa nesse dia e preparam um grande banquete. Segundo a tradição mexicana, nos dias 1º e 2 de novembro, Deus deixa os mortos virem visitar os seus familiares que ainda estão na Terra. Ao mesmo tempo, os mortos têm a oportunidade de comer e beber aquilo que mais gostavam. Esse é um dos motivos dos grandes banquetes preparados nas casas mexicanas no Dia de Finados.
Muitas vezes, no dia de finados, o tempo fica nublado ou chuvoso. As crenças populares dizem que isso acontece porque as lágrimas das pessoas são derramadas dos céus. Outra tradição diz que chove nesse dia porque toda a tristeza das pessoas que perderam um ente querido sobe ao céu e desce em forma de chuva para lavar toda a mágoa de quem ficou.
No Brasil e na grande maioria dos países, a celebração de Finados tem início na semana anterior, quando as pessoas vão até os cemitérios limpar as sepulturas. No Dia de Finados, também conhecido como Dia dos Mortos, as pessoas vão aos cemitérios levar flores, acender velas e rezar pelos seus entes queridos que já faleceram. Alguns também mandam rezar missas em nome dos falecidos.
Por fim, temos também que no dia de finados, quem realmente aproveita a data são os proprietários de floriculturas, que obtém até mesmo licença de suas prefeituras para montar barracas em frente aos cemitérios. Além das floriculturas, outros comerciantes também lucram com a data, como os carrinhos de lanches, as pessoas que limpam os túmulos, os vendedores de santinhos, terços e velas, e até mesmo os vendedores ambulantes de flores que ficam próximos aos cemitérios.
http://www.benitopepe.com.br/2009/11/01/origem-do-dia-dos-mortos-dia-de-finados-2-de-novembro/
domingo, 31 de outubro de 2010
A verdadeira felicidade..
Rodrigo nasceu numa favela e é um menino muito pobre. Seu pai trabalha na construção civil, mas passa a maior parte do tempo desempregado, já que a saúde debilitada não lhe permite fazer grandes esforços físicos. O único dinheiro garantido para o sustento da família são os minguados pagamentos que a mãe recebe como diarista. Todas as tardes, após a aula, Rodrigo se reúne com seus amigos para jogar futebol numa quadra de esportes existente na única praça que há próximo à favela. A quadra esportiva se situa na parte nobre do bairro.
Defronte à praça, há uma linda mansão, protegida por muros bem altos, cercada por frondosas palmeiras e com um belíssimo jardim. Todas as vezes que Rodrigo olha para aquela casa, suspira fundo e pensa: “Se morasse naquela mansão, eu seria muito feliz!” Tiago nasceu em berço de ouro. Seu pai é um empresário muito bem sucedido e sua mãe trabalha na televisão, apresentando um famoso programa de entretenimentos. Ele mora naquela linda e confortável mansão, defronte à quadra de esportes. Vive cercado de mimos, carinhos e cuidados.
Todas as tardes, Tiago, que é paraplégico de nascimento, fica assistindo à algazarra que os meninos da favela fazem na praça, principalmente Rodrigo, que chega com a bola debaixo do braço. Sempre liderando o grupo, distribui as equipes e, depois, driblando os adversários com extrema facilidade, marca muitos gols que são comemorados com magníficas piruetas. Olhando para a quadra de esportes, Tiago suspira fundo e pensa: “Se tivesse aquela saúde, eu seria muito feliz!
***
A impressão de que a felicidade está sempre fugindo de nós, ocorre devido ao esquecimento das provas que nos foram impostas, ou que escolhemos, para a reparação de faltas cometidas em outras existências. Sendo a Terra um planeta de expiações, é natural que não encontremos aqui a felicidade suprema, mas alguns momentos de alegria que se alternarão com outros de tristezas e decepções.
Ocorre que muitas pessoas insistem em se ver como ser material, ignorando ou fingindo ignorar que o objetivo final das experiências encarnatórias é a evolução espiritual, razão de nossas passagens por este planeta.
É necessário não nos esquecermos de que somos as mesmas pessoas que aqui estiveram no passado, em diversos estágios evolutivos e que, embora tenhamos galgado alguns degraus nesta escalada, há ainda um longo caminho a ser percorrido.
Antigos crimes precisam ser resgatados; faltas cometidas pedem reparações; vícios precisam ser expurgados, maus sentimentos devem ser suplantados…
O Espiritismo veio lançar uma luz determinante sobre a questão da felicidade e dos sofrimentos terrenos. Está claro que, mais felizes, ou menos infelizes, são as pessoas que sabem se conduzir melhor na vida ou que escolheram provas menos duras para a encarnação presente. Não quer dizer que todas sejam menos devedoras, mas podem ter solicitado uma experiência menos dolorosa, adiando para futuras oportunidades a reparação das faltas mais graves.
Os menos felizes, ou mais infelizes, são os que escolheram, ou aos quais foi imputada uma encarnação de expiação e reparação de crimes mais pesados.
O que ocorre é que, beneficiado pela lei do esquecimento, que tem por objetivo, dentre outras coisas, livrar o Espírito encarnado do constrangimento de saber-se faltoso em experiências anteriores, o homem se revolta. O que provoca essa revolta é a equivocada crença na unicidade da encarnação. Ora, se nós estivéssemos no corpo pela primeira e última vez, seria natural que não nos conformássemos com o sofrimento que nos é imposto, pois nada teríamos a expiar e reparar. Mas, nesse caso, onde estariam a justiça e o infinito amor divinos? Por que teríamos sortes tão diferenciadas, se fomos todos criados pelo mesmo Deus e se somos igualmente amados por Ele?
A explicação do sofrimento presente encontra-se na lei de causa e efeito, a qual determina que todo mal praticado exige uma expiação e uma reparação. Sofremos hoje, porque provocamos sofrimentos no passado e precisamos expiar e reparar as faltas cometidas. Não estamos simplesmente sendo punidos; estamos nos purificando; estamos nos elevando moralmente; estamos tentando “pagar até o último ceitil de nossa dívida”, (S. Mateus, cap. V, vv. 25 e 26.).
O objetivo final de todo Espírito é a perfeição absoluta e se essa perfeição exige um estado de pureza a toda prova, é natural, portanto, que haja a penitência pelo sofrimento, pois somente através dele é que o Espírito se depura e encontra a felicidade plena que, definitivamente, não pertence a este mundo.
Roberto de Carvalho
Defronte à praça, há uma linda mansão, protegida por muros bem altos, cercada por frondosas palmeiras e com um belíssimo jardim. Todas as vezes que Rodrigo olha para aquela casa, suspira fundo e pensa: “Se morasse naquela mansão, eu seria muito feliz!” Tiago nasceu em berço de ouro. Seu pai é um empresário muito bem sucedido e sua mãe trabalha na televisão, apresentando um famoso programa de entretenimentos. Ele mora naquela linda e confortável mansão, defronte à quadra de esportes. Vive cercado de mimos, carinhos e cuidados.
Todas as tardes, Tiago, que é paraplégico de nascimento, fica assistindo à algazarra que os meninos da favela fazem na praça, principalmente Rodrigo, que chega com a bola debaixo do braço. Sempre liderando o grupo, distribui as equipes e, depois, driblando os adversários com extrema facilidade, marca muitos gols que são comemorados com magníficas piruetas. Olhando para a quadra de esportes, Tiago suspira fundo e pensa: “Se tivesse aquela saúde, eu seria muito feliz!
***
A impressão de que a felicidade está sempre fugindo de nós, ocorre devido ao esquecimento das provas que nos foram impostas, ou que escolhemos, para a reparação de faltas cometidas em outras existências. Sendo a Terra um planeta de expiações, é natural que não encontremos aqui a felicidade suprema, mas alguns momentos de alegria que se alternarão com outros de tristezas e decepções.
Ocorre que muitas pessoas insistem em se ver como ser material, ignorando ou fingindo ignorar que o objetivo final das experiências encarnatórias é a evolução espiritual, razão de nossas passagens por este planeta.
É necessário não nos esquecermos de que somos as mesmas pessoas que aqui estiveram no passado, em diversos estágios evolutivos e que, embora tenhamos galgado alguns degraus nesta escalada, há ainda um longo caminho a ser percorrido.
Antigos crimes precisam ser resgatados; faltas cometidas pedem reparações; vícios precisam ser expurgados, maus sentimentos devem ser suplantados…
O Espiritismo veio lançar uma luz determinante sobre a questão da felicidade e dos sofrimentos terrenos. Está claro que, mais felizes, ou menos infelizes, são as pessoas que sabem se conduzir melhor na vida ou que escolheram provas menos duras para a encarnação presente. Não quer dizer que todas sejam menos devedoras, mas podem ter solicitado uma experiência menos dolorosa, adiando para futuras oportunidades a reparação das faltas mais graves.
Os menos felizes, ou mais infelizes, são os que escolheram, ou aos quais foi imputada uma encarnação de expiação e reparação de crimes mais pesados.
O que ocorre é que, beneficiado pela lei do esquecimento, que tem por objetivo, dentre outras coisas, livrar o Espírito encarnado do constrangimento de saber-se faltoso em experiências anteriores, o homem se revolta. O que provoca essa revolta é a equivocada crença na unicidade da encarnação. Ora, se nós estivéssemos no corpo pela primeira e última vez, seria natural que não nos conformássemos com o sofrimento que nos é imposto, pois nada teríamos a expiar e reparar. Mas, nesse caso, onde estariam a justiça e o infinito amor divinos? Por que teríamos sortes tão diferenciadas, se fomos todos criados pelo mesmo Deus e se somos igualmente amados por Ele?
A explicação do sofrimento presente encontra-se na lei de causa e efeito, a qual determina que todo mal praticado exige uma expiação e uma reparação. Sofremos hoje, porque provocamos sofrimentos no passado e precisamos expiar e reparar as faltas cometidas. Não estamos simplesmente sendo punidos; estamos nos purificando; estamos nos elevando moralmente; estamos tentando “pagar até o último ceitil de nossa dívida”, (S. Mateus, cap. V, vv. 25 e 26.).
O objetivo final de todo Espírito é a perfeição absoluta e se essa perfeição exige um estado de pureza a toda prova, é natural, portanto, que haja a penitência pelo sofrimento, pois somente através dele é que o Espírito se depura e encontra a felicidade plena que, definitivamente, não pertence a este mundo.
Roberto de Carvalho
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
PRECE DE PAZ..
SENHOR JESUS!
EM TEU AMOR INFINITO, CONCEDE-NOS A TUA PAZ.
ENSINA-NOS A VIVER E SERVIR EM PAZ.
CONSERVA-NOS OS CORAÇÕES NO CAMINHO DA PAZ.
AUXILIA-NOS A COMPREENDER-NOS UNS AOS OUTROS NO CILMA DA PAZ.
SENHOR!
EM TUA MISERICORDIA, ABENCOA-NOS COM A TUA PAZ, AGORA E SEMPRE.
ASSIM SEJA...
EMMANUEL
PSICOGRAFIA: CHICO XAVIER.
EM TEU AMOR INFINITO, CONCEDE-NOS A TUA PAZ.
ENSINA-NOS A VIVER E SERVIR EM PAZ.
CONSERVA-NOS OS CORAÇÕES NO CAMINHO DA PAZ.
AUXILIA-NOS A COMPREENDER-NOS UNS AOS OUTROS NO CILMA DA PAZ.
SENHOR!
EM TUA MISERICORDIA, ABENCOA-NOS COM A TUA PAZ, AGORA E SEMPRE.
ASSIM SEJA...
EMMANUEL
PSICOGRAFIA: CHICO XAVIER.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Educar a vida para a morte
A vida não acaba nunca. Nem mesmo quando fechamos em definitivo os olhos físicos. A morte é apenas um sopro renovador. O corpo é apenas uma roupa. Nossa jornada é como um rio que corre para o mar e, ao longo do caminho, vai recebendo afluentes, arrastando areia... Não se sabe quantas vezes cada criatura precisará renascer. Por isso é preciso aprender a morrer. E isso depende da forma como se vive.
O Espírito André Luiz, através da psicografia do médium espírita Chico Xavier, relata suas impressões pós-túmulo. Despertando em zonas inferiores, estava com a certeza de não mais pertencer ao mundo dos encarnados. Perdera a noção do tempo e de rumo. Onde estaria o lar, a esposa, os filhos? A importância da religiosidade surgia profundamente. Começava a perceber que alguma coisa permanece acima da intelectualidade. Seria a fé, manifestação divina ao homem. Pena que essa constatação lhe surgia tardiamente.
Filho de pais que o trataram com generosidade excessiva, conquistou os títulos universitários sem grandes sacrifícios. Compartilhou os vícios da juventude da sua época. Casou, vieram os filhos, buscou uma situação econômica estável. Gozou os bens e bênçãos que a vida lhe proporcionou, mas não retribuiu. Deliciava-se com as alegrias em família, mas esquecia-se de estender essa dádiva a outros. Agora, do outro lado da vida, a consciência acusava-o; fazendo-lhe experimentar a noção do tempo perdido. Não desenvolveu os princípios divinos que Deus coloca na alma de cada um.
E o que fazer nessa hora? Não sabia a quem recorrer. Percebeu que toda a intelectualidade adquirida no mundo não poderia alterar a realidade. Foi preciso ter conhecido em região inferior no Mundo Espiritual, o remorso, a humilhação, a desventura, para surgir um raio de esperança. Começou a pensar que deveria existir um Autor da Vida. Reunindo as forças que lhe restavam, rogou ao Pai Supremo que lhe viesse em socorro. A chuva de lágrimas lhe banhou o rosto. Não sabe quanto tempo durou a rogativa. Um enviado dos Céus surgiu e falou-lhe: - Coragem, meu filho! O Senhor não te desampara.
É necessário que nos eduquemos na vida para a morte. É importante evitar o caminho da amargura, do egoísmo, da violência... Assim, sugere André Luiz: "Acendei vossas luzes antes de atravessar a grande sombra. Buscai a verdade, antes que a verdade vos surpreenda. Suai agora para não chorardes depois".
francinaldorafael@uol.com.br
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Arte Espirita
Arte Espírita
A arte é a capacidade que tem o ser humano de pôr em prática uma ideia; utilização de tal capacidade com vista a um resultado que pode ser obtido por meios diferentes; atividade que supõe a criação de sensações ou de estados de espírito, de caráter estético, carregados de vivência pessoal e profunda, podendo suscitar em outrem o desejo de prolongamento ou renovação.
Temos aí três acepções da palavra arte, no “Aurélio”, dentre outras que existem. Entre elas, a capacidade criadora do artista de expressar ou transmitir tais sensações ou sentimentos.
A arte é um dos meios para a divulgação da ideia espírita, e ela pode estar presente na música, no teatro, na poesia, na literatura, entre outras formas de manifestação.
Rossini, em três mensagens, reproduzidas por Kardec, na Revista Espírita, fala-nos sobre a música espírita, a música e as harmonias celestes, a harmonia comparada com a luz.
A certo ponto, coloca: “A harmonia, a ciência e a virtude são as três grandes concepções do Espírito: a primeira o deslumbra, a segunda o esclarece, a terceira o eleva. Possuídas em suas plenitudes, elas se confundem e constituem a pureza.” E, mais adiante:
– O compositor, que concebe a harmonia e a traduz na linguagem chamada música, concretiza a ideia, escreve-a. O artista apreende a forma e toma do instrumento que lhe deve permitir exprimir a ideia.
– Produz sensações nos que escutam; essas sensações são a harmonia. A música as produziu.
– A música é o médium da harmonia.
– A harmonia é tão indefinível quanto a felicidade, o medo, a cólera: é um sentimento.
– A música é essencialmente moralizadora, uma vez que leva a harmonia às almas, e a harmonia as eleva e as engrandece.
– A influência da música sobre a alma, sobre o seu progresso moral, é reconhecida por todo o mundo. Mas a razão dessa influência, geralmente, é ignorada. Sua explicação está inteiramente neste fato: a harmonia coloca a alma sob o poder de um sentimento que a desmaterializa.
– Moralizando os homens, o Espiritismo exercerá uma grande influência sobre a música.
– Os ouvintes que o Espiritismo tiver preparado para receber, facilmente, a harmonia, ouvindo música séria, sentirão um verdadeiro encanto.
– O Espiritismo terá influência sobre a música: seu advento mudará a arte, depurando-a. Sua fonte é divina, sua força o conduzirá por toda a parte onde houver homens para amar, para se elevar e para compreender. Tornar-se-á o ideal e o objetivo dos artistas. Pintores, escultores, compositores, poetas lhe pedirão suas inspirações, e ele lhas fornecerá, porque é rico, inesgotável.
– O Espírito do maestro Rossini, em nova existência, virá continuar a arte que considera como a primeira de todas. O Espiritismo será o seu símbolo e o inspirador de suas composições.
Essas as palavras finais de Rossini, na terceira mensagem.
O que Rossini fala da música é como colocado acima, aplica-se às outras artes.
Inclusive a sétima arte, o cinema.
Está em exibição “Nosso Lar – o filme”, baseado no livro “Nosso Lar” de André Luiz, psicografado por Francisco Cândido Xavier, no início da década de 40.
Essa superprodução cinematográfica leva a temática espírita do livro para as telas. É o resultado de uma enorme equipe de trabalho e visa sensibilizar o espectador, com a história real, autobiográfica, de André Luiz, seus estágios e aprendizados, tanto no umbral como na cidade espiritual de luz que o abrigou. É mais uma contribuição espírita para a espiritualização da arte, e de cada um de nós.
A arte é a capacidade que tem o ser humano de pôr em prática uma ideia; utilização de tal capacidade com vista a um resultado que pode ser obtido por meios diferentes; atividade que supõe a criação de sensações ou de estados de espírito, de caráter estético, carregados de vivência pessoal e profunda, podendo suscitar em outrem o desejo de prolongamento ou renovação.
Temos aí três acepções da palavra arte, no “Aurélio”, dentre outras que existem. Entre elas, a capacidade criadora do artista de expressar ou transmitir tais sensações ou sentimentos.
A arte é um dos meios para a divulgação da ideia espírita, e ela pode estar presente na música, no teatro, na poesia, na literatura, entre outras formas de manifestação.
Rossini, em três mensagens, reproduzidas por Kardec, na Revista Espírita, fala-nos sobre a música espírita, a música e as harmonias celestes, a harmonia comparada com a luz.
A certo ponto, coloca: “A harmonia, a ciência e a virtude são as três grandes concepções do Espírito: a primeira o deslumbra, a segunda o esclarece, a terceira o eleva. Possuídas em suas plenitudes, elas se confundem e constituem a pureza.” E, mais adiante:
– O compositor, que concebe a harmonia e a traduz na linguagem chamada música, concretiza a ideia, escreve-a. O artista apreende a forma e toma do instrumento que lhe deve permitir exprimir a ideia.
– Produz sensações nos que escutam; essas sensações são a harmonia. A música as produziu.
– A música é o médium da harmonia.
– A harmonia é tão indefinível quanto a felicidade, o medo, a cólera: é um sentimento.
– A música é essencialmente moralizadora, uma vez que leva a harmonia às almas, e a harmonia as eleva e as engrandece.
– A influência da música sobre a alma, sobre o seu progresso moral, é reconhecida por todo o mundo. Mas a razão dessa influência, geralmente, é ignorada. Sua explicação está inteiramente neste fato: a harmonia coloca a alma sob o poder de um sentimento que a desmaterializa.
– Moralizando os homens, o Espiritismo exercerá uma grande influência sobre a música.
– Os ouvintes que o Espiritismo tiver preparado para receber, facilmente, a harmonia, ouvindo música séria, sentirão um verdadeiro encanto.
– O Espiritismo terá influência sobre a música: seu advento mudará a arte, depurando-a. Sua fonte é divina, sua força o conduzirá por toda a parte onde houver homens para amar, para se elevar e para compreender. Tornar-se-á o ideal e o objetivo dos artistas. Pintores, escultores, compositores, poetas lhe pedirão suas inspirações, e ele lhas fornecerá, porque é rico, inesgotável.
– O Espírito do maestro Rossini, em nova existência, virá continuar a arte que considera como a primeira de todas. O Espiritismo será o seu símbolo e o inspirador de suas composições.
Essas as palavras finais de Rossini, na terceira mensagem.
O que Rossini fala da música é como colocado acima, aplica-se às outras artes.
Inclusive a sétima arte, o cinema.
Está em exibição “Nosso Lar – o filme”, baseado no livro “Nosso Lar” de André Luiz, psicografado por Francisco Cândido Xavier, no início da década de 40.
Essa superprodução cinematográfica leva a temática espírita do livro para as telas. É o resultado de uma enorme equipe de trabalho e visa sensibilizar o espectador, com a história real, autobiográfica, de André Luiz, seus estágios e aprendizados, tanto no umbral como na cidade espiritual de luz que o abrigou. É mais uma contribuição espírita para a espiritualização da arte, e de cada um de nós.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
O AMOR COMO SOLUÇÃO..
SOmente se pode ser livre, feliz quando se ama.
O amor é diretriz de segurança para as metas sublimes da autorrealização, da autoconsciencia.
Sem ele, a existencia terrena perde o seu significado libertador e iluminativo, porquanto retira o sentido que a vida possui na sua legitimidade.
Nada obstante, a força do amor terminará por vencer as barreiras fortes da impiedade e do materialismo de que se reveste esse sentimento vil, e instalará, a pouco e pouco, os alicerces do respeito humano, que se expande em favor da natureza, do planeta, de toda expressão de vida que nele se manifesta...
Isto porque, o amor como solução é o unico recurso de que o ser humano pode dispor.
Ante a impossibilidade de mudar o mundo, cada homem e cada mulher mudará a condua interna e conquistará o seu lugar ao sol da harmonia, impondo a mudança geral.
( fragmentos do livro O amor como solução- Espirito: Joanna de Angelis- Psicografia: Divaldo Franco).
SOmente se pode ser livre, feliz quando se ama.
O amor é diretriz de segurança para as metas sublimes da autorrealização, da autoconsciencia.
Sem ele, a existencia terrena perde o seu significado libertador e iluminativo, porquanto retira o sentido que a vida possui na sua legitimidade.
Nada obstante, a força do amor terminará por vencer as barreiras fortes da impiedade e do materialismo de que se reveste esse sentimento vil, e instalará, a pouco e pouco, os alicerces do respeito humano, que se expande em favor da natureza, do planeta, de toda expressão de vida que nele se manifesta...
Isto porque, o amor como solução é o unico recurso de que o ser humano pode dispor.
Ante a impossibilidade de mudar o mundo, cada homem e cada mulher mudará a condua interna e conquistará o seu lugar ao sol da harmonia, impondo a mudança geral.
( fragmentos do livro O amor como solução- Espirito: Joanna de Angelis- Psicografia: Divaldo Franco).
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
22° Semana Espirita de Mossoró
TEMA CENTRAL: O Amor Como Solução
Data: 25 a 30/out
Local: Hotel Villa Oeste
Local: Hotel Villa Oeste
Hora: 19h 30min - recepção
ENTRADA GRÁTIS
Palestras:
25/out - Chico Xavier: Um Homem Chamado Amor - Mayse Braga (DF)
26/out - Desafios da Família Moderna - Mayse Braga (DF)
27/out - Educação dos Sentimentos - André Vasconcelos (PE)
28/out - Jesus: Modelo e Guia - André Vasconcelos (PE)
29/out - A grande transição - - Orson Peter Carrara (SP)
30/out - O amor Como Solução - Orson Peter Carrara (SP)
30/out - Das 14h 30min às 17h 30min -Seminário: Por que adoecemos?
30/out - Das 14h 30min às 17h 30min -Seminário: Por que adoecemos?
Facilitador: Orson Peter Carrara
Simultaneamente as palestras públicas é realizada a Semaninha Espírita.
Francinaldo Rafael
FERN/CFE/CREOSTE
Sub-coordenação de Comunicação Social
domingo, 24 de outubro de 2010
Os nobres objetivos do Espiritismo.
Os nobres objetivos do Espiritismo
O Espiritismo, em conformidade com a própria vida, tem, sem dúvida, uma nobre finalidade: tornar o homem cada vez mais um Ser moralizado e em harmonia com as Soberanas Leis do Universo, essa a proposta principal do Espiritismo, melhorar os homens, no que concerne ao seu progresso moral e intelectual.
A Doutrina Espírita nos esclarece que “O verdadeiro espírita não é o que crê nas comunicações, mas o que procura aproveitar os ensinamentos dos Espíritos. De nada adianta crer, se sua crença não o faz dar sequer um passo na senda do progresso, e não o torna melhor para o próximo”.
No Livro: O Que é o Espiritismo, Kardec nos afirma: “O Espiritismo, como doutrina moral, só impõe uma coisa: a necessidade de fazer o bem e evitar o mal. É uma ciência de observação que, repito, tem consequências morais, que são a confirmação e a prova dos grandes princípios da religião; quanto às questões secundárias, ele as abandona à consciência de cada um”.¹
Em seus postulados fundamentais, a Doutrina Espírita nos faz ver que a fé não pode prescindir da razão, pois, acreditar em algo que não tenha uma base sólida, fundamentada no bom senso, no estudo e observação dos fatos, nos faz resvalar pelas armadilhas das crendices e das fantasias irreais, apregoadas pela fé cega que nos impõe o fanatismo e a insensatez.
O Espiritismo, tendo por base as Leis Naturais, só pode admitir aquilo que esteja em perfeita harmonia com a lógica e a razão e, graças a isso, vê ratificados pelas descobertas científicas da atualidade os preceitos contidos em sua doutrina, onde o bom senso e a coerência do conteúdo das obras reveladas pelos Espíritos Superiores enfatizam o pensamento do Codificador do Espiritismo, quando afirma: “Fé inabalável só o é a que pode encarar, frente a frente, a razão, em todas as épocas da humanidade”.²
O Espiritismo tem um aspecto científico porque estuda, à luz da razão e usando critérios científicos, com metodologia específica, os fenômenos mediúnicos, ou melhor, os fatos que colocam os homens em contato com os espíritos, ocorrências essas que nada têm de sobrenatural, porque estão dentro do contexto dos fatos naturais, nada apresentando de milagroso nem de superstições do povo crédulo e ignorante dos tempos passados.
Em A Gênese, Cap. I - item 14, Allan Kardec destaca:
“Como meio de elaboração, o Espiritismo procede exatamente da mesma maneira que as ciências positivas, isto é, aplica o método experimental. Fatos de ordem nova se apresentam que não podem ser explicados pelas leis conhecidas; ele os observa, compara, analisa e, partindo dos efeitos às causas, chega à lei que os rege, depois deduz as consequências e busca as aplicações úteis. O Espiritismo não estabeleceu nenhuma teoria preconcebida; assim, não se apresentam como hipótese nem a existência e a intervenção dos Espíritos, nem o perispírito, nem a reencarnação, nem qualquer dos princípios da doutrina; conclui-se pela existência dos Espíritos porque essa existência resultou como evidência da observação dos fatos; e assim os demais princípios. Não foram dos fatos que vieram posteriormente confirmar a teoria, mas foi a teoria que veio subsequentemente explicar e resumir os fatos. Rigorosamente exato, portanto, dizer que o Espiritismo é uma ciência da observação e não o produto da imaginação. As ciências não fizeram progressos sérios senão depois que os seus estudos se basearam no método experimental; mas, acreditava-se que esse método não poderia ser aplicado senão à matéria ao passo que o é igualmente às coisas metafísicas”.³
Os tempos de fé cega estão ultrapassados, e a Doutrina Espírita jamais será superada pelas descobertas da ciência contemporânea, pois, se alguma teoria nova surgir, devidamente comprovada pelas pesquisas científicas e estiverem em desacordo com algum ponto da filosofia espírita, esta será modificada nesse ponto, o que até hoje jamais ocorreu.
Francisco Rebouças.
O Espiritismo, em conformidade com a própria vida, tem, sem dúvida, uma nobre finalidade: tornar o homem cada vez mais um Ser moralizado e em harmonia com as Soberanas Leis do Universo, essa a proposta principal do Espiritismo, melhorar os homens, no que concerne ao seu progresso moral e intelectual.
A Doutrina Espírita nos esclarece que “O verdadeiro espírita não é o que crê nas comunicações, mas o que procura aproveitar os ensinamentos dos Espíritos. De nada adianta crer, se sua crença não o faz dar sequer um passo na senda do progresso, e não o torna melhor para o próximo”.
No Livro: O Que é o Espiritismo, Kardec nos afirma: “O Espiritismo, como doutrina moral, só impõe uma coisa: a necessidade de fazer o bem e evitar o mal. É uma ciência de observação que, repito, tem consequências morais, que são a confirmação e a prova dos grandes princípios da religião; quanto às questões secundárias, ele as abandona à consciência de cada um”.¹
Em seus postulados fundamentais, a Doutrina Espírita nos faz ver que a fé não pode prescindir da razão, pois, acreditar em algo que não tenha uma base sólida, fundamentada no bom senso, no estudo e observação dos fatos, nos faz resvalar pelas armadilhas das crendices e das fantasias irreais, apregoadas pela fé cega que nos impõe o fanatismo e a insensatez.
O Espiritismo, tendo por base as Leis Naturais, só pode admitir aquilo que esteja em perfeita harmonia com a lógica e a razão e, graças a isso, vê ratificados pelas descobertas científicas da atualidade os preceitos contidos em sua doutrina, onde o bom senso e a coerência do conteúdo das obras reveladas pelos Espíritos Superiores enfatizam o pensamento do Codificador do Espiritismo, quando afirma: “Fé inabalável só o é a que pode encarar, frente a frente, a razão, em todas as épocas da humanidade”.²
O Espiritismo tem um aspecto científico porque estuda, à luz da razão e usando critérios científicos, com metodologia específica, os fenômenos mediúnicos, ou melhor, os fatos que colocam os homens em contato com os espíritos, ocorrências essas que nada têm de sobrenatural, porque estão dentro do contexto dos fatos naturais, nada apresentando de milagroso nem de superstições do povo crédulo e ignorante dos tempos passados.
Em A Gênese, Cap. I - item 14, Allan Kardec destaca:
“Como meio de elaboração, o Espiritismo procede exatamente da mesma maneira que as ciências positivas, isto é, aplica o método experimental. Fatos de ordem nova se apresentam que não podem ser explicados pelas leis conhecidas; ele os observa, compara, analisa e, partindo dos efeitos às causas, chega à lei que os rege, depois deduz as consequências e busca as aplicações úteis. O Espiritismo não estabeleceu nenhuma teoria preconcebida; assim, não se apresentam como hipótese nem a existência e a intervenção dos Espíritos, nem o perispírito, nem a reencarnação, nem qualquer dos princípios da doutrina; conclui-se pela existência dos Espíritos porque essa existência resultou como evidência da observação dos fatos; e assim os demais princípios. Não foram dos fatos que vieram posteriormente confirmar a teoria, mas foi a teoria que veio subsequentemente explicar e resumir os fatos. Rigorosamente exato, portanto, dizer que o Espiritismo é uma ciência da observação e não o produto da imaginação. As ciências não fizeram progressos sérios senão depois que os seus estudos se basearam no método experimental; mas, acreditava-se que esse método não poderia ser aplicado senão à matéria ao passo que o é igualmente às coisas metafísicas”.³
Os tempos de fé cega estão ultrapassados, e a Doutrina Espírita jamais será superada pelas descobertas da ciência contemporânea, pois, se alguma teoria nova surgir, devidamente comprovada pelas pesquisas científicas e estiverem em desacordo com algum ponto da filosofia espírita, esta será modificada nesse ponto, o que até hoje jamais ocorreu.
Francisco Rebouças.
Foi ontem o aniversario da minha amiga Kátia cilene, mas como nao tive tempo vim hj dedicar o meu carinho por ela...minha linda, tudo de bom, felicidades, amor, amigos , paz e muitas realizaçoes...
|São os desejos dessa sua amiga aqui que tem muito carinho por ti e te admira muito...bjaooo no coração..
|São os desejos dessa sua amiga aqui que tem muito carinho por ti e te admira muito...bjaooo no coração..
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
40000
Eu a a guerreirinha linda Larissa Daniela da Escossia Rosado..ou Larissa Rosado, candidata a deputada estadual pelo psb...vai assumir agora o seu terceiro mandato...nela vc vota, vc confia.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
A nova vida - Notícias do plano espiritual.A nova vida
É difícil para a gente se adaptar. Mas já consegui muita coisa. Estou aqui para dar notícias. Estive na casa da Valquíria, mas ela não me percebeu e não tive como fazer-me notar. Lembrei-me de que você era espírita e que podia me entender. É bom a gente poder comunicar-se com os vivos. Lembra-se muita coisa. Eu já pude comunicar-me com os meus pais através de pessoas que são como você.
Hoje, já não tenho mais medo de atrapalhar-me, porque entendi que tudo não passou de uma transformação e que o choque sofrido não podia ser conseqüência grave para mim, porque ele foi físico. Eu agora não tenho mais corpo físico, mais ainda tenho corpo. Interessante observar as propriedades deste corpo. São inteiramente diversas, no campo físico, das que tinha antes. Se dois corpos não podiam ocupar o mesmo espaço, agora podem, já que eu posso me incorporar em “massa física” se ela me repele. Então, eu a contorno, buscando uma superfície não repelente: aí eu atravesso.
Interessante como a pseudogravidade não atinge de maneira direta. Há uma força dentro de mim que anula qualquer atração e eu posso afastar-me do chão da Terra. Aliás, há outros chãos que nós não sabíamos. Eu nunca imaginei como seria e gostaria de contar, mas estou achando difícil. Se você conhecesse bem a Física, talvez eu pudesse explicar melhor. Há uma densidade relativa na matéria que circunda a Terra e nela a gente se apóia parra firmar os passos. Conforme caminhamos, pode acontecer que não consiga mais apoio e corre-se o risco de “afundar”, como nas águas. Nosso corpo não agüenta a rarefação. Então, voltamos para lugar mais firme em relação à nossa densidade. Não sei se vai ser sempre assim. Talvez aprenda medidas que me tornem capaz de poder transitar nesses lugares que ainda estão interditados para mim, devido à inexperiência.
Não é fácil a gente se acostumar com o novo corpo. Novo é a maneira de dizer, porque eu já o possuía em estado latente. Assim que fiquei sem o corpo físico ele se formou sobre o molde mental. É um fato que precisamos dar a conhecer aos outros. Como ninguém percebe que isto acontece? Estuda-se tanto e no fim morre-se ignorando as coisas principais.
É de se admirar que a gente não guarde na memória tudo o que acontece, porque, segundo me disseram, já morri e nasci muitas vezes. Entretanto, não me lembro de nada disso. É uma pena, pois a gente podia ajudar muito a Ciência.
Agora veja como na Terra ainda falta muita coisa para ser descoberta. É preciso que alguém acorde e descubra o universo que vive em volta de nosso mundo. Coisas incríveis acontecem em lugares comuns às nossas vidas física e não física. Os fatos se dão na mesma área e se influenciam de tal forma que notamos haver uma relação decorrente de que esta passando uma outra espécie de formação, influências essas que ambas recebem. Não sei se estou empregando os termos adequados. Sei que consegui separar bem as idéias de físico e extrafísico e tirei minhas deduções empregando termos que eu mesmo atribuí aos fenômenos diferentes que vejo, relacionando-os com os do plano físico de onde eu vim.
Isto tudo é muito interessante mesmo. Pena eu não ter sabido que você conhecia tudo isso, porque me teria informado melhor.
Imagine que quando morri, logo levantei-me e pensei que tinha acordado de um desmaio. Não me ocorreu olhar para trás e ver meu corpo estendido. Procurei os outros e, quando vi meu companheiro ferido, quis buscar socorro. Corri para minha casa, depois em busca dos colegas e só muito depois entendi que já não era mais ouvido e que tinha morrido. Creio que tive um choque pensando em minha mãe. Foi pena, porque ela sofreu muito e ainda sofre.
Entretanto, fiz tudo o que eu podia para dizer-lhe que eu estava vivo. A vibração de minha palavra não se transmitia pelo ar pesado, mas por outro ar mais leve que entremeia a atmosfera, porém os ouvidos do corpo não acusam recebimento. Ela não consegue atuar nos nervos ou no aparelho auditivo do corpo físico.
Depois eu entendi tudo isso. É como se houvesse uma duplicata do mundo, feita de material
menos denso, mais leve, ou, talvez, uma outra forma de matéria. Ainda não sei muito bem.
Já fiz muitas observações com pessoas mais cultas que me podem explicar melhor. Logo compreendi como podia comunicar-me com certas pessoas que conseguem entender o pensamento. Você deve saber que eu não estou escrevendo naturalmente. Eu me liguei ao seu cérebro e atuo sua mão como se fosse escrever.
Imagino todas as letras e você as escreve. Muito interessante mesmo. Creio que é mais fácil do que se eu próprio escrevesse.
Gostei muito de poder transmitir minhas observações a você; irei fazer outras e voltarei, pois sei que tem capacidade para compreender. Aliás, eu não sei ainda até onde vai o seu conhecimento deste novo mundo onde estou. Pode ser que já o conheça melhor do que eu!
Nada deixei no plano físico que me fizesse falta aqui, porque possuo tudo aquilo de que preciso. Encontrei amigos, parentes e outras pessoas que diziam conhecer-me, mas eu não lembro delas. Acordo de manhã com o sol e me deito à noite com a escuridão. Vejo o luar. E também há água! Um pouco diferente, porque é mais leve. É suave ao tomarmos. Não sei se a constituição dela à H2º Aliás, nem sei se respiro oxigênio.
Vou ter de entrar para uma escola. Já soube que existem muitas e estou retemperando-me para freqüentar uma. O engraçado é que neste novo mundo não se entra como criança, já se entra como adulto. Sim, vemos crianças que são pessoas que vêm do físico pesado, denso. Elas depois adquirem fisionomia de adultos. Olha que muita coisa eu poderia contar, mas não é possível resumir tudo. Não quero falar de outras pessoas que estão aqui, porque é possível que não gostem.
Agora, quero pedir-lhe um pequeno favor, um favorzinho. Aqui perto de onde estou agora há uma pessoa que eu lastimei ter deixado. Você sabe quem é. Eu gostaria de deixar algumas palavras escritas para ela.
Livro: O mundo que encontrei - Luiz Sérgio, espírito.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Prece
"No mínimo, a prece nos pacifica para que encontremos, por nós mesmos, a saída para a dificuldade que estejamos enfrentando..." (Chico Xavier)
terça-feira, 11 de maio de 2010
UM NOVO DIAA
Esperança que se renova, de um dia melhor, por homens melhores.
As estações da natureza vêm e vão, as horas passam e a vida estua, seguindo seu curso adredemente estabelecido.
Um dia melhor somente se concretizará com o esforço construtivo, no trabalho digno e contínuo, na interiorização das experiências renovadoras e transformadoras dos alicerces da alma.
Um dia feliz será aquele em que nos abrirmos para amar, para servir, usando de nossos talentos com a responsabilidade inerente ao seu grau de quantidade e qualidade.
Todos temos desafios e dias tormentosos, de sombras e escuridão, de medo, de angústia e incerteza ante o açodar das paixões ou o guante das provações.
Entretanto, aquele que tem um ideal, tendo fé em Deus, e por isso mesmo em suas próprias possibilidades evolutivas, eleva a fronte e segue adiante, sem perda de tempo em queixas, lamentações ou explicações.
Continuemos, meus irmãos, um dia melhor é um horizonte possível.
Construamo-no pelos nossos esforços no Bem.
Jesus nos amparará.
Josué - Psicografado em 12/09/2003, no GESM,por Antonio Augusto Chaves do Nascimento.
As estações da natureza vêm e vão, as horas passam e a vida estua, seguindo seu curso adredemente estabelecido.
Um dia melhor somente se concretizará com o esforço construtivo, no trabalho digno e contínuo, na interiorização das experiências renovadoras e transformadoras dos alicerces da alma.
Um dia feliz será aquele em que nos abrirmos para amar, para servir, usando de nossos talentos com a responsabilidade inerente ao seu grau de quantidade e qualidade.
Todos temos desafios e dias tormentosos, de sombras e escuridão, de medo, de angústia e incerteza ante o açodar das paixões ou o guante das provações.
Entretanto, aquele que tem um ideal, tendo fé em Deus, e por isso mesmo em suas próprias possibilidades evolutivas, eleva a fronte e segue adiante, sem perda de tempo em queixas, lamentações ou explicações.
Continuemos, meus irmãos, um dia melhor é um horizonte possível.
Construamo-no pelos nossos esforços no Bem.
Jesus nos amparará.
Josué - Psicografado em 12/09/2003, no GESM,por Antonio Augusto Chaves do Nascimento.
terça-feira, 13 de abril de 2010
TESOURO DIVINO
Oportuno meditar, de vez em vez, quanto aos valores do tempo, a fim de que não nos enganemos no apreço que se deve inelutavelmente ao aproveitamento das horas.
O ritmo do tempo é disposto de tal modo pela Sabedoria do Universo, que basta alguma reflexão superficial para entendermos o senso das oportunidades que surgem múltiplas e diferenciadas entre si, oferecendo-nos aquilo que podemos nomear como sendo o "momento da realização".
Nos processos da Natureza, tarefas existem que reclamam estação especial, a menos que se arrisque o homem a problemático tentame artificial.
A produção da primavera não é a mesma do outono.
Atividades do verão recusam climas de inverno.
Assim também, na experiência humana.
Há construções espirituais para a infância, outras para. a madureza.
Especificam-se obrigações para as pessoas casadas que diferem daquelas que se reservam aos solteiros e vice-versa.
Cada tempo é um tempo diverso do outro, embora se pareçam qual acontece com os dias supostamente iguais e que, no fundo, são absolutamente diversos quanto à posição que lhes cabe no calendário.
A Doutrina Espírita despertando-nos para a acepção exata do tempo como sendo concessão do Senhor, empréstimo de recursos, caução de valores potenciais ou contrato entre nós e a vida para execução de serviços determinados, que reverterão invariavelmente a benefício de nós mesmos, ensina-nos que é preciso aproveitar o "momento da realização" que a oportunidade exibe à nossa frente.
Trabalhar se é instante de trabalhar, aprender se é ocasião de aprender, ouvir se é a hora de ouvir, falar se o ensejo é de falar, com o discernimento preciso, a fim de que o tempo não se escoe debalde.
Preencher os claros da existência e ocupar os vazios da estrada com plantações de estudo, serviço, bondade e construção.
Habituamo-nos a dizer que é necessário dar tempo ao tempo nisso ou naquilo e todos nos achamos concordes quanto a semelhante imposição.
Mas o tempo da expectativa nada cria de bom e de útil, sem o tempo de preparação do que seja útil e bom.
Aguardamos o dia de colher, entretanto não há dia de colher se não houve dia de plantar.
O tempo é crédito permanentemente aberto pelo Criador, na instituição da eternidade da vida e dos mundos para todas as criaturas, contudo, só existe, em substância, se aproveitado.
Repetimos incessantemente que é necessário contar com o tempo e esperar o tempo, mas o tempo sozinho, ao invés de fazer o bem que não fazemos, como que deteriora de modo providencial o que está feito, chamando-nos à responsabilidade de continuar com o serviço que não nos compete menosprezar.
Vejamos o medicamento sem uso ou a casa desabitada que confiamos inconsideradamente à força do tempo; o que era remédio se transfigura em veneno e o que representava refúgio se transforma em ruína.
Não nos iludamos, pois, sobre o tempo.
Empregamo-lo, agindo, aprendendo, servindo, aprimorando ou mais claramente, melhorando a nós mesmos para que possamos melhorar a paisagem espiritual ou material onde estejamos.
Tempo é tesouro divino em nossas mãos, contudo somente vale se lhe damos valor.
ANDRÉ LUIZ
página do livro "SOL NAS ALMAS", pelo médium Waldo Vieira
Oportuno meditar, de vez em vez, quanto aos valores do tempo, a fim de que não nos enganemos no apreço que se deve inelutavelmente ao aproveitamento das horas.
O ritmo do tempo é disposto de tal modo pela Sabedoria do Universo, que basta alguma reflexão superficial para entendermos o senso das oportunidades que surgem múltiplas e diferenciadas entre si, oferecendo-nos aquilo que podemos nomear como sendo o "momento da realização".
Nos processos da Natureza, tarefas existem que reclamam estação especial, a menos que se arrisque o homem a problemático tentame artificial.
A produção da primavera não é a mesma do outono.
Atividades do verão recusam climas de inverno.
Assim também, na experiência humana.
Há construções espirituais para a infância, outras para. a madureza.
Especificam-se obrigações para as pessoas casadas que diferem daquelas que se reservam aos solteiros e vice-versa.
Cada tempo é um tempo diverso do outro, embora se pareçam qual acontece com os dias supostamente iguais e que, no fundo, são absolutamente diversos quanto à posição que lhes cabe no calendário.
A Doutrina Espírita despertando-nos para a acepção exata do tempo como sendo concessão do Senhor, empréstimo de recursos, caução de valores potenciais ou contrato entre nós e a vida para execução de serviços determinados, que reverterão invariavelmente a benefício de nós mesmos, ensina-nos que é preciso aproveitar o "momento da realização" que a oportunidade exibe à nossa frente.
Trabalhar se é instante de trabalhar, aprender se é ocasião de aprender, ouvir se é a hora de ouvir, falar se o ensejo é de falar, com o discernimento preciso, a fim de que o tempo não se escoe debalde.
Preencher os claros da existência e ocupar os vazios da estrada com plantações de estudo, serviço, bondade e construção.
Habituamo-nos a dizer que é necessário dar tempo ao tempo nisso ou naquilo e todos nos achamos concordes quanto a semelhante imposição.
Mas o tempo da expectativa nada cria de bom e de útil, sem o tempo de preparação do que seja útil e bom.
Aguardamos o dia de colher, entretanto não há dia de colher se não houve dia de plantar.
O tempo é crédito permanentemente aberto pelo Criador, na instituição da eternidade da vida e dos mundos para todas as criaturas, contudo, só existe, em substância, se aproveitado.
Repetimos incessantemente que é necessário contar com o tempo e esperar o tempo, mas o tempo sozinho, ao invés de fazer o bem que não fazemos, como que deteriora de modo providencial o que está feito, chamando-nos à responsabilidade de continuar com o serviço que não nos compete menosprezar.
Vejamos o medicamento sem uso ou a casa desabitada que confiamos inconsideradamente à força do tempo; o que era remédio se transfigura em veneno e o que representava refúgio se transforma em ruína.
Não nos iludamos, pois, sobre o tempo.
Empregamo-lo, agindo, aprendendo, servindo, aprimorando ou mais claramente, melhorando a nós mesmos para que possamos melhorar a paisagem espiritual ou material onde estejamos.
Tempo é tesouro divino em nossas mãos, contudo somente vale se lhe damos valor.
ANDRÉ LUIZ
página do livro "SOL NAS ALMAS", pelo médium Waldo Vieira
domingo, 11 de abril de 2010
A VIDA E O AMORR
Às vezes as pessoas que amamos nos magoam, e nada podemos fazer
senão continuar nossa jornada com nosso coração machucado.
Às vezes nos falta esperança, mas alguém aparece para nos confortar.
Às vezes o amor nos machuca profundamente,
e vamos nos recuperando muito lentamente dessa ferida tão dolorosa.
Às vezes perdemos nossa fé, então descobrimos que precisamos acreditar,
tanto quanto precisamos respirar, é nossa razão de existir.
Às vezes estamos sem rumo, mas alguém entra em nossa vida,
e se torna o nosso destino.
Às vezes estamos no meio de centenas de pessoas,
e a solidão aperta nosso coração pela falta de uma única pessoa.
Às vezes a dor nos faz chorar, nos faz sofrer, nos faz querer parar de viver,
até que algo toque nosso coração, algo simples como a beleza de um por do sol,
a magnitude de uma noite estrelada,
a simplicidade de uma brisa batendo em nosso rosto,
é a força da natureza nos chamando para a vida.
Você descobre que as pessoas que pareciam ser sinceras
e receberam sua confiança, te traíram sem qualquer piedade.
Percebe que não há como distinguir os bons e os maus,
pois poucos nascem assim, a vida é que os torna melhores ou piores,
pelas tristezas e felicidades que passaram e experiências vivenciadas.
É como se a vida fosse formada por corações e cruzes,
onde os corações representam nossos momentos felizes,
o carinho e amor que recebemos, e as cruzes são nossas dores,
decepções, sofrimentos, momentos ruins pelos quais passamos.
Então você poderá entender que alguns de nós vivenciaram
pouquíssimas cruzes e muitos corações o que fará com que
essas pessoas tenham muito mais amor a transmitir,
outras passaram pelo contrário e são predominantemente frias, insensíveis,
buscam coisas materiais, acreditam que os fins justificam os meios,
com essas é preciso ter cuidado, alguns podem mudar e melhorar,
outros podem mudar você e trazê-lo para a realidade deles.
Assim ao conhecer alguém preste atenção no caminho que essa pessoa percorreu.
Não deixe de acreditar no amor, mas certifique-se de estar entregando
seu coração para alguém que dê valor aos mesmos sentimentos que você dá,
manifeste suas idéias e planos, para saber se vocês combinam,
esteja aberto a algumas alterações, mas jamais abra mão de tudo,
pois se essa pessoa te deixar, então nada irá lhe restar.
Aproveite ao máximo seus momentos de felicidade,
quando menos esperamos iniciam-se períodos difíceis em nossas vidas.
Tenha sempre em mente que às vezes tentar salvar um relacionamento,
manter um grande amor, pode ter um preço muito alto
se esse sentimento não for recíproco, pois em algum outro momento
essa pessoa irá te deixar e seu sofrimento será ainda mais intenso,
do que teria sido no passado.
Pode ser difícil fazer algumas escolhas, mas muitas vezes isso é necessário,
existe uma diferença muito grande entre conhecer o caminho e percorrê-lo.
Não procure querer conhecer seu futuro antes da hora,
nem exagere em seu sofrimento,
esperar é dar uma chance à vida para que ela
coloque a pessoa certa em seu caminho.
A tristeza pode ser intensa, mas jamais será eterna.
A felicidade pode demorar a chegar,
mas o importante é que ela venha para ficar
e não esteja apenas de passagem, como acontece
com muitas pessoas que cruzam nosso caminho.
Às vezes as pessoas que amamos nos magoam, e nada podemos fazer
senão continuar nossa jornada com nosso coração machucado.
Às vezes nos falta esperança, mas alguém aparece para nos confortar.
Às vezes o amor nos machuca profundamente,
e vamos nos recuperando muito lentamente dessa ferida tão dolorosa.
Às vezes perdemos nossa fé, então descobrimos que precisamos acreditar,
tanto quanto precisamos respirar, é nossa razão de existir.
Às vezes estamos sem rumo, mas alguém entra em nossa vida,
e se torna o nosso destino.
Às vezes estamos no meio de centenas de pessoas,
e a solidão aperta nosso coração pela falta de uma única pessoa.
Às vezes a dor nos faz chorar, nos faz sofrer, nos faz querer parar de viver,
até que algo toque nosso coração, algo simples como a beleza de um por do sol,
a magnitude de uma noite estrelada,
a simplicidade de uma brisa batendo em nosso rosto,
é a força da natureza nos chamando para a vida.
Você descobre que as pessoas que pareciam ser sinceras
e receberam sua confiança, te traíram sem qualquer piedade.
Percebe que não há como distinguir os bons e os maus,
pois poucos nascem assim, a vida é que os torna melhores ou piores,
pelas tristezas e felicidades que passaram e experiências vivenciadas.
É como se a vida fosse formada por corações e cruzes,
onde os corações representam nossos momentos felizes,
o carinho e amor que recebemos, e as cruzes são nossas dores,
decepções, sofrimentos, momentos ruins pelos quais passamos.
Então você poderá entender que alguns de nós vivenciaram
pouquíssimas cruzes e muitos corações o que fará com que
essas pessoas tenham muito mais amor a transmitir,
outras passaram pelo contrário e são predominantemente frias, insensíveis,
buscam coisas materiais, acreditam que os fins justificam os meios,
com essas é preciso ter cuidado, alguns podem mudar e melhorar,
outros podem mudar você e trazê-lo para a realidade deles.
Assim ao conhecer alguém preste atenção no caminho que essa pessoa percorreu.
Não deixe de acreditar no amor, mas certifique-se de estar entregando
seu coração para alguém que dê valor aos mesmos sentimentos que você dá,
manifeste suas idéias e planos, para saber se vocês combinam,
esteja aberto a algumas alterações, mas jamais abra mão de tudo,
pois se essa pessoa te deixar, então nada irá lhe restar.
Aproveite ao máximo seus momentos de felicidade,
quando menos esperamos iniciam-se períodos difíceis em nossas vidas.
Tenha sempre em mente que às vezes tentar salvar um relacionamento,
manter um grande amor, pode ter um preço muito alto
se esse sentimento não for recíproco, pois em algum outro momento
essa pessoa irá te deixar e seu sofrimento será ainda mais intenso,
do que teria sido no passado.
Pode ser difícil fazer algumas escolhas, mas muitas vezes isso é necessário,
existe uma diferença muito grande entre conhecer o caminho e percorrê-lo.
Não procure querer conhecer seu futuro antes da hora,
nem exagere em seu sofrimento,
esperar é dar uma chance à vida para que ela
coloque a pessoa certa em seu caminho.
A tristeza pode ser intensa, mas jamais será eterna.
A felicidade pode demorar a chegar,
mas o importante é que ela venha para ficar
e não esteja apenas de passagem, como acontece
com muitas pessoas que cruzam nosso caminho.
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