Rodrigo nasceu numa favela e é um menino muito pobre. Seu pai trabalha na construção civil, mas passa a maior parte do tempo desempregado, já que a saúde debilitada não lhe permite fazer grandes esforços físicos. O único dinheiro garantido para o sustento da família são os minguados pagamentos que a mãe recebe como diarista. Todas as tardes, após a aula, Rodrigo se reúne com seus amigos para jogar futebol numa quadra de esportes existente na única praça que há próximo à favela. A quadra esportiva se situa na parte nobre do bairro.
Defronte à praça, há uma linda mansão, protegida por muros bem altos, cercada por frondosas palmeiras e com um belíssimo jardim. Todas as vezes que Rodrigo olha para aquela casa, suspira fundo e pensa: “Se morasse naquela mansão, eu seria muito feliz!” Tiago nasceu em berço de ouro. Seu pai é um empresário muito bem sucedido e sua mãe trabalha na televisão, apresentando um famoso programa de entretenimentos. Ele mora naquela linda e confortável mansão, defronte à quadra de esportes. Vive cercado de mimos, carinhos e cuidados.
Todas as tardes, Tiago, que é paraplégico de nascimento, fica assistindo à algazarra que os meninos da favela fazem na praça, principalmente Rodrigo, que chega com a bola debaixo do braço. Sempre liderando o grupo, distribui as equipes e, depois, driblando os adversários com extrema facilidade, marca muitos gols que são comemorados com magníficas piruetas. Olhando para a quadra de esportes, Tiago suspira fundo e pensa: “Se tivesse aquela saúde, eu seria muito feliz!
***
A impressão de que a felicidade está sempre fugindo de nós, ocorre devido ao esquecimento das provas que nos foram impostas, ou que escolhemos, para a reparação de faltas cometidas em outras existências. Sendo a Terra um planeta de expiações, é natural que não encontremos aqui a felicidade suprema, mas alguns momentos de alegria que se alternarão com outros de tristezas e decepções.
Ocorre que muitas pessoas insistem em se ver como ser material, ignorando ou fingindo ignorar que o objetivo final das experiências encarnatórias é a evolução espiritual, razão de nossas passagens por este planeta.
É necessário não nos esquecermos de que somos as mesmas pessoas que aqui estiveram no passado, em diversos estágios evolutivos e que, embora tenhamos galgado alguns degraus nesta escalada, há ainda um longo caminho a ser percorrido.
Antigos crimes precisam ser resgatados; faltas cometidas pedem reparações; vícios precisam ser expurgados, maus sentimentos devem ser suplantados…
O Espiritismo veio lançar uma luz determinante sobre a questão da felicidade e dos sofrimentos terrenos. Está claro que, mais felizes, ou menos infelizes, são as pessoas que sabem se conduzir melhor na vida ou que escolheram provas menos duras para a encarnação presente. Não quer dizer que todas sejam menos devedoras, mas podem ter solicitado uma experiência menos dolorosa, adiando para futuras oportunidades a reparação das faltas mais graves.
Os menos felizes, ou mais infelizes, são os que escolheram, ou aos quais foi imputada uma encarnação de expiação e reparação de crimes mais pesados.
O que ocorre é que, beneficiado pela lei do esquecimento, que tem por objetivo, dentre outras coisas, livrar o Espírito encarnado do constrangimento de saber-se faltoso em experiências anteriores, o homem se revolta. O que provoca essa revolta é a equivocada crença na unicidade da encarnação. Ora, se nós estivéssemos no corpo pela primeira e última vez, seria natural que não nos conformássemos com o sofrimento que nos é imposto, pois nada teríamos a expiar e reparar. Mas, nesse caso, onde estariam a justiça e o infinito amor divinos? Por que teríamos sortes tão diferenciadas, se fomos todos criados pelo mesmo Deus e se somos igualmente amados por Ele?
A explicação do sofrimento presente encontra-se na lei de causa e efeito, a qual determina que todo mal praticado exige uma expiação e uma reparação. Sofremos hoje, porque provocamos sofrimentos no passado e precisamos expiar e reparar as faltas cometidas. Não estamos simplesmente sendo punidos; estamos nos purificando; estamos nos elevando moralmente; estamos tentando “pagar até o último ceitil de nossa dívida”, (S. Mateus, cap. V, vv. 25 e 26.).
O objetivo final de todo Espírito é a perfeição absoluta e se essa perfeição exige um estado de pureza a toda prova, é natural, portanto, que haja a penitência pelo sofrimento, pois somente através dele é que o Espírito se depura e encontra a felicidade plena que, definitivamente, não pertence a este mundo.
Roberto de Carvalho
“Sou o intervalo entre o que sou e o que não sou, entre o que o sonho e o que a vida fez de mim.” (Fernando Pessoa) Uma pesssoa que tenta se melhorar a cada dia..
domingo, 31 de outubro de 2010
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
PRECE DE PAZ..
SENHOR JESUS!
EM TEU AMOR INFINITO, CONCEDE-NOS A TUA PAZ.
ENSINA-NOS A VIVER E SERVIR EM PAZ.
CONSERVA-NOS OS CORAÇÕES NO CAMINHO DA PAZ.
AUXILIA-NOS A COMPREENDER-NOS UNS AOS OUTROS NO CILMA DA PAZ.
SENHOR!
EM TUA MISERICORDIA, ABENCOA-NOS COM A TUA PAZ, AGORA E SEMPRE.
ASSIM SEJA...
EMMANUEL
PSICOGRAFIA: CHICO XAVIER.
EM TEU AMOR INFINITO, CONCEDE-NOS A TUA PAZ.
ENSINA-NOS A VIVER E SERVIR EM PAZ.
CONSERVA-NOS OS CORAÇÕES NO CAMINHO DA PAZ.
AUXILIA-NOS A COMPREENDER-NOS UNS AOS OUTROS NO CILMA DA PAZ.
SENHOR!
EM TUA MISERICORDIA, ABENCOA-NOS COM A TUA PAZ, AGORA E SEMPRE.
ASSIM SEJA...
EMMANUEL
PSICOGRAFIA: CHICO XAVIER.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Educar a vida para a morte
A vida não acaba nunca. Nem mesmo quando fechamos em definitivo os olhos físicos. A morte é apenas um sopro renovador. O corpo é apenas uma roupa. Nossa jornada é como um rio que corre para o mar e, ao longo do caminho, vai recebendo afluentes, arrastando areia... Não se sabe quantas vezes cada criatura precisará renascer. Por isso é preciso aprender a morrer. E isso depende da forma como se vive.
O Espírito André Luiz, através da psicografia do médium espírita Chico Xavier, relata suas impressões pós-túmulo. Despertando em zonas inferiores, estava com a certeza de não mais pertencer ao mundo dos encarnados. Perdera a noção do tempo e de rumo. Onde estaria o lar, a esposa, os filhos? A importância da religiosidade surgia profundamente. Começava a perceber que alguma coisa permanece acima da intelectualidade. Seria a fé, manifestação divina ao homem. Pena que essa constatação lhe surgia tardiamente.
Filho de pais que o trataram com generosidade excessiva, conquistou os títulos universitários sem grandes sacrifícios. Compartilhou os vícios da juventude da sua época. Casou, vieram os filhos, buscou uma situação econômica estável. Gozou os bens e bênçãos que a vida lhe proporcionou, mas não retribuiu. Deliciava-se com as alegrias em família, mas esquecia-se de estender essa dádiva a outros. Agora, do outro lado da vida, a consciência acusava-o; fazendo-lhe experimentar a noção do tempo perdido. Não desenvolveu os princípios divinos que Deus coloca na alma de cada um.
E o que fazer nessa hora? Não sabia a quem recorrer. Percebeu que toda a intelectualidade adquirida no mundo não poderia alterar a realidade. Foi preciso ter conhecido em região inferior no Mundo Espiritual, o remorso, a humilhação, a desventura, para surgir um raio de esperança. Começou a pensar que deveria existir um Autor da Vida. Reunindo as forças que lhe restavam, rogou ao Pai Supremo que lhe viesse em socorro. A chuva de lágrimas lhe banhou o rosto. Não sabe quanto tempo durou a rogativa. Um enviado dos Céus surgiu e falou-lhe: - Coragem, meu filho! O Senhor não te desampara.
É necessário que nos eduquemos na vida para a morte. É importante evitar o caminho da amargura, do egoísmo, da violência... Assim, sugere André Luiz: "Acendei vossas luzes antes de atravessar a grande sombra. Buscai a verdade, antes que a verdade vos surpreenda. Suai agora para não chorardes depois".
francinaldorafael@uol.com.br
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Arte Espirita
Arte Espírita
A arte é a capacidade que tem o ser humano de pôr em prática uma ideia; utilização de tal capacidade com vista a um resultado que pode ser obtido por meios diferentes; atividade que supõe a criação de sensações ou de estados de espírito, de caráter estético, carregados de vivência pessoal e profunda, podendo suscitar em outrem o desejo de prolongamento ou renovação.
Temos aí três acepções da palavra arte, no “Aurélio”, dentre outras que existem. Entre elas, a capacidade criadora do artista de expressar ou transmitir tais sensações ou sentimentos.
A arte é um dos meios para a divulgação da ideia espírita, e ela pode estar presente na música, no teatro, na poesia, na literatura, entre outras formas de manifestação.
Rossini, em três mensagens, reproduzidas por Kardec, na Revista Espírita, fala-nos sobre a música espírita, a música e as harmonias celestes, a harmonia comparada com a luz.
A certo ponto, coloca: “A harmonia, a ciência e a virtude são as três grandes concepções do Espírito: a primeira o deslumbra, a segunda o esclarece, a terceira o eleva. Possuídas em suas plenitudes, elas se confundem e constituem a pureza.” E, mais adiante:
– O compositor, que concebe a harmonia e a traduz na linguagem chamada música, concretiza a ideia, escreve-a. O artista apreende a forma e toma do instrumento que lhe deve permitir exprimir a ideia.
– Produz sensações nos que escutam; essas sensações são a harmonia. A música as produziu.
– A música é o médium da harmonia.
– A harmonia é tão indefinível quanto a felicidade, o medo, a cólera: é um sentimento.
– A música é essencialmente moralizadora, uma vez que leva a harmonia às almas, e a harmonia as eleva e as engrandece.
– A influência da música sobre a alma, sobre o seu progresso moral, é reconhecida por todo o mundo. Mas a razão dessa influência, geralmente, é ignorada. Sua explicação está inteiramente neste fato: a harmonia coloca a alma sob o poder de um sentimento que a desmaterializa.
– Moralizando os homens, o Espiritismo exercerá uma grande influência sobre a música.
– Os ouvintes que o Espiritismo tiver preparado para receber, facilmente, a harmonia, ouvindo música séria, sentirão um verdadeiro encanto.
– O Espiritismo terá influência sobre a música: seu advento mudará a arte, depurando-a. Sua fonte é divina, sua força o conduzirá por toda a parte onde houver homens para amar, para se elevar e para compreender. Tornar-se-á o ideal e o objetivo dos artistas. Pintores, escultores, compositores, poetas lhe pedirão suas inspirações, e ele lhas fornecerá, porque é rico, inesgotável.
– O Espírito do maestro Rossini, em nova existência, virá continuar a arte que considera como a primeira de todas. O Espiritismo será o seu símbolo e o inspirador de suas composições.
Essas as palavras finais de Rossini, na terceira mensagem.
O que Rossini fala da música é como colocado acima, aplica-se às outras artes.
Inclusive a sétima arte, o cinema.
Está em exibição “Nosso Lar – o filme”, baseado no livro “Nosso Lar” de André Luiz, psicografado por Francisco Cândido Xavier, no início da década de 40.
Essa superprodução cinematográfica leva a temática espírita do livro para as telas. É o resultado de uma enorme equipe de trabalho e visa sensibilizar o espectador, com a história real, autobiográfica, de André Luiz, seus estágios e aprendizados, tanto no umbral como na cidade espiritual de luz que o abrigou. É mais uma contribuição espírita para a espiritualização da arte, e de cada um de nós.
A arte é a capacidade que tem o ser humano de pôr em prática uma ideia; utilização de tal capacidade com vista a um resultado que pode ser obtido por meios diferentes; atividade que supõe a criação de sensações ou de estados de espírito, de caráter estético, carregados de vivência pessoal e profunda, podendo suscitar em outrem o desejo de prolongamento ou renovação.
Temos aí três acepções da palavra arte, no “Aurélio”, dentre outras que existem. Entre elas, a capacidade criadora do artista de expressar ou transmitir tais sensações ou sentimentos.
A arte é um dos meios para a divulgação da ideia espírita, e ela pode estar presente na música, no teatro, na poesia, na literatura, entre outras formas de manifestação.
Rossini, em três mensagens, reproduzidas por Kardec, na Revista Espírita, fala-nos sobre a música espírita, a música e as harmonias celestes, a harmonia comparada com a luz.
A certo ponto, coloca: “A harmonia, a ciência e a virtude são as três grandes concepções do Espírito: a primeira o deslumbra, a segunda o esclarece, a terceira o eleva. Possuídas em suas plenitudes, elas se confundem e constituem a pureza.” E, mais adiante:
– O compositor, que concebe a harmonia e a traduz na linguagem chamada música, concretiza a ideia, escreve-a. O artista apreende a forma e toma do instrumento que lhe deve permitir exprimir a ideia.
– Produz sensações nos que escutam; essas sensações são a harmonia. A música as produziu.
– A música é o médium da harmonia.
– A harmonia é tão indefinível quanto a felicidade, o medo, a cólera: é um sentimento.
– A música é essencialmente moralizadora, uma vez que leva a harmonia às almas, e a harmonia as eleva e as engrandece.
– A influência da música sobre a alma, sobre o seu progresso moral, é reconhecida por todo o mundo. Mas a razão dessa influência, geralmente, é ignorada. Sua explicação está inteiramente neste fato: a harmonia coloca a alma sob o poder de um sentimento que a desmaterializa.
– Moralizando os homens, o Espiritismo exercerá uma grande influência sobre a música.
– Os ouvintes que o Espiritismo tiver preparado para receber, facilmente, a harmonia, ouvindo música séria, sentirão um verdadeiro encanto.
– O Espiritismo terá influência sobre a música: seu advento mudará a arte, depurando-a. Sua fonte é divina, sua força o conduzirá por toda a parte onde houver homens para amar, para se elevar e para compreender. Tornar-se-á o ideal e o objetivo dos artistas. Pintores, escultores, compositores, poetas lhe pedirão suas inspirações, e ele lhas fornecerá, porque é rico, inesgotável.
– O Espírito do maestro Rossini, em nova existência, virá continuar a arte que considera como a primeira de todas. O Espiritismo será o seu símbolo e o inspirador de suas composições.
Essas as palavras finais de Rossini, na terceira mensagem.
O que Rossini fala da música é como colocado acima, aplica-se às outras artes.
Inclusive a sétima arte, o cinema.
Está em exibição “Nosso Lar – o filme”, baseado no livro “Nosso Lar” de André Luiz, psicografado por Francisco Cândido Xavier, no início da década de 40.
Essa superprodução cinematográfica leva a temática espírita do livro para as telas. É o resultado de uma enorme equipe de trabalho e visa sensibilizar o espectador, com a história real, autobiográfica, de André Luiz, seus estágios e aprendizados, tanto no umbral como na cidade espiritual de luz que o abrigou. É mais uma contribuição espírita para a espiritualização da arte, e de cada um de nós.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
O AMOR COMO SOLUÇÃO..
SOmente se pode ser livre, feliz quando se ama.
O amor é diretriz de segurança para as metas sublimes da autorrealização, da autoconsciencia.
Sem ele, a existencia terrena perde o seu significado libertador e iluminativo, porquanto retira o sentido que a vida possui na sua legitimidade.
Nada obstante, a força do amor terminará por vencer as barreiras fortes da impiedade e do materialismo de que se reveste esse sentimento vil, e instalará, a pouco e pouco, os alicerces do respeito humano, que se expande em favor da natureza, do planeta, de toda expressão de vida que nele se manifesta...
Isto porque, o amor como solução é o unico recurso de que o ser humano pode dispor.
Ante a impossibilidade de mudar o mundo, cada homem e cada mulher mudará a condua interna e conquistará o seu lugar ao sol da harmonia, impondo a mudança geral.
( fragmentos do livro O amor como solução- Espirito: Joanna de Angelis- Psicografia: Divaldo Franco).
SOmente se pode ser livre, feliz quando se ama.
O amor é diretriz de segurança para as metas sublimes da autorrealização, da autoconsciencia.
Sem ele, a existencia terrena perde o seu significado libertador e iluminativo, porquanto retira o sentido que a vida possui na sua legitimidade.
Nada obstante, a força do amor terminará por vencer as barreiras fortes da impiedade e do materialismo de que se reveste esse sentimento vil, e instalará, a pouco e pouco, os alicerces do respeito humano, que se expande em favor da natureza, do planeta, de toda expressão de vida que nele se manifesta...
Isto porque, o amor como solução é o unico recurso de que o ser humano pode dispor.
Ante a impossibilidade de mudar o mundo, cada homem e cada mulher mudará a condua interna e conquistará o seu lugar ao sol da harmonia, impondo a mudança geral.
( fragmentos do livro O amor como solução- Espirito: Joanna de Angelis- Psicografia: Divaldo Franco).
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
22° Semana Espirita de Mossoró
TEMA CENTRAL: O Amor Como Solução
Data: 25 a 30/out
Local: Hotel Villa Oeste
Local: Hotel Villa Oeste
Hora: 19h 30min - recepção
ENTRADA GRÁTIS
Palestras:
25/out - Chico Xavier: Um Homem Chamado Amor - Mayse Braga (DF)
26/out - Desafios da Família Moderna - Mayse Braga (DF)
27/out - Educação dos Sentimentos - André Vasconcelos (PE)
28/out - Jesus: Modelo e Guia - André Vasconcelos (PE)
29/out - A grande transição - - Orson Peter Carrara (SP)
30/out - O amor Como Solução - Orson Peter Carrara (SP)
30/out - Das 14h 30min às 17h 30min -Seminário: Por que adoecemos?
30/out - Das 14h 30min às 17h 30min -Seminário: Por que adoecemos?
Facilitador: Orson Peter Carrara
Simultaneamente as palestras públicas é realizada a Semaninha Espírita.
Francinaldo Rafael
FERN/CFE/CREOSTE
Sub-coordenação de Comunicação Social
domingo, 24 de outubro de 2010
Os nobres objetivos do Espiritismo.
Os nobres objetivos do Espiritismo
O Espiritismo, em conformidade com a própria vida, tem, sem dúvida, uma nobre finalidade: tornar o homem cada vez mais um Ser moralizado e em harmonia com as Soberanas Leis do Universo, essa a proposta principal do Espiritismo, melhorar os homens, no que concerne ao seu progresso moral e intelectual.
A Doutrina Espírita nos esclarece que “O verdadeiro espírita não é o que crê nas comunicações, mas o que procura aproveitar os ensinamentos dos Espíritos. De nada adianta crer, se sua crença não o faz dar sequer um passo na senda do progresso, e não o torna melhor para o próximo”.
No Livro: O Que é o Espiritismo, Kardec nos afirma: “O Espiritismo, como doutrina moral, só impõe uma coisa: a necessidade de fazer o bem e evitar o mal. É uma ciência de observação que, repito, tem consequências morais, que são a confirmação e a prova dos grandes princípios da religião; quanto às questões secundárias, ele as abandona à consciência de cada um”.¹
Em seus postulados fundamentais, a Doutrina Espírita nos faz ver que a fé não pode prescindir da razão, pois, acreditar em algo que não tenha uma base sólida, fundamentada no bom senso, no estudo e observação dos fatos, nos faz resvalar pelas armadilhas das crendices e das fantasias irreais, apregoadas pela fé cega que nos impõe o fanatismo e a insensatez.
O Espiritismo, tendo por base as Leis Naturais, só pode admitir aquilo que esteja em perfeita harmonia com a lógica e a razão e, graças a isso, vê ratificados pelas descobertas científicas da atualidade os preceitos contidos em sua doutrina, onde o bom senso e a coerência do conteúdo das obras reveladas pelos Espíritos Superiores enfatizam o pensamento do Codificador do Espiritismo, quando afirma: “Fé inabalável só o é a que pode encarar, frente a frente, a razão, em todas as épocas da humanidade”.²
O Espiritismo tem um aspecto científico porque estuda, à luz da razão e usando critérios científicos, com metodologia específica, os fenômenos mediúnicos, ou melhor, os fatos que colocam os homens em contato com os espíritos, ocorrências essas que nada têm de sobrenatural, porque estão dentro do contexto dos fatos naturais, nada apresentando de milagroso nem de superstições do povo crédulo e ignorante dos tempos passados.
Em A Gênese, Cap. I - item 14, Allan Kardec destaca:
“Como meio de elaboração, o Espiritismo procede exatamente da mesma maneira que as ciências positivas, isto é, aplica o método experimental. Fatos de ordem nova se apresentam que não podem ser explicados pelas leis conhecidas; ele os observa, compara, analisa e, partindo dos efeitos às causas, chega à lei que os rege, depois deduz as consequências e busca as aplicações úteis. O Espiritismo não estabeleceu nenhuma teoria preconcebida; assim, não se apresentam como hipótese nem a existência e a intervenção dos Espíritos, nem o perispírito, nem a reencarnação, nem qualquer dos princípios da doutrina; conclui-se pela existência dos Espíritos porque essa existência resultou como evidência da observação dos fatos; e assim os demais princípios. Não foram dos fatos que vieram posteriormente confirmar a teoria, mas foi a teoria que veio subsequentemente explicar e resumir os fatos. Rigorosamente exato, portanto, dizer que o Espiritismo é uma ciência da observação e não o produto da imaginação. As ciências não fizeram progressos sérios senão depois que os seus estudos se basearam no método experimental; mas, acreditava-se que esse método não poderia ser aplicado senão à matéria ao passo que o é igualmente às coisas metafísicas”.³
Os tempos de fé cega estão ultrapassados, e a Doutrina Espírita jamais será superada pelas descobertas da ciência contemporânea, pois, se alguma teoria nova surgir, devidamente comprovada pelas pesquisas científicas e estiverem em desacordo com algum ponto da filosofia espírita, esta será modificada nesse ponto, o que até hoje jamais ocorreu.
Francisco Rebouças.
O Espiritismo, em conformidade com a própria vida, tem, sem dúvida, uma nobre finalidade: tornar o homem cada vez mais um Ser moralizado e em harmonia com as Soberanas Leis do Universo, essa a proposta principal do Espiritismo, melhorar os homens, no que concerne ao seu progresso moral e intelectual.
A Doutrina Espírita nos esclarece que “O verdadeiro espírita não é o que crê nas comunicações, mas o que procura aproveitar os ensinamentos dos Espíritos. De nada adianta crer, se sua crença não o faz dar sequer um passo na senda do progresso, e não o torna melhor para o próximo”.
No Livro: O Que é o Espiritismo, Kardec nos afirma: “O Espiritismo, como doutrina moral, só impõe uma coisa: a necessidade de fazer o bem e evitar o mal. É uma ciência de observação que, repito, tem consequências morais, que são a confirmação e a prova dos grandes princípios da religião; quanto às questões secundárias, ele as abandona à consciência de cada um”.¹
Em seus postulados fundamentais, a Doutrina Espírita nos faz ver que a fé não pode prescindir da razão, pois, acreditar em algo que não tenha uma base sólida, fundamentada no bom senso, no estudo e observação dos fatos, nos faz resvalar pelas armadilhas das crendices e das fantasias irreais, apregoadas pela fé cega que nos impõe o fanatismo e a insensatez.
O Espiritismo, tendo por base as Leis Naturais, só pode admitir aquilo que esteja em perfeita harmonia com a lógica e a razão e, graças a isso, vê ratificados pelas descobertas científicas da atualidade os preceitos contidos em sua doutrina, onde o bom senso e a coerência do conteúdo das obras reveladas pelos Espíritos Superiores enfatizam o pensamento do Codificador do Espiritismo, quando afirma: “Fé inabalável só o é a que pode encarar, frente a frente, a razão, em todas as épocas da humanidade”.²
O Espiritismo tem um aspecto científico porque estuda, à luz da razão e usando critérios científicos, com metodologia específica, os fenômenos mediúnicos, ou melhor, os fatos que colocam os homens em contato com os espíritos, ocorrências essas que nada têm de sobrenatural, porque estão dentro do contexto dos fatos naturais, nada apresentando de milagroso nem de superstições do povo crédulo e ignorante dos tempos passados.
Em A Gênese, Cap. I - item 14, Allan Kardec destaca:
“Como meio de elaboração, o Espiritismo procede exatamente da mesma maneira que as ciências positivas, isto é, aplica o método experimental. Fatos de ordem nova se apresentam que não podem ser explicados pelas leis conhecidas; ele os observa, compara, analisa e, partindo dos efeitos às causas, chega à lei que os rege, depois deduz as consequências e busca as aplicações úteis. O Espiritismo não estabeleceu nenhuma teoria preconcebida; assim, não se apresentam como hipótese nem a existência e a intervenção dos Espíritos, nem o perispírito, nem a reencarnação, nem qualquer dos princípios da doutrina; conclui-se pela existência dos Espíritos porque essa existência resultou como evidência da observação dos fatos; e assim os demais princípios. Não foram dos fatos que vieram posteriormente confirmar a teoria, mas foi a teoria que veio subsequentemente explicar e resumir os fatos. Rigorosamente exato, portanto, dizer que o Espiritismo é uma ciência da observação e não o produto da imaginação. As ciências não fizeram progressos sérios senão depois que os seus estudos se basearam no método experimental; mas, acreditava-se que esse método não poderia ser aplicado senão à matéria ao passo que o é igualmente às coisas metafísicas”.³
Os tempos de fé cega estão ultrapassados, e a Doutrina Espírita jamais será superada pelas descobertas da ciência contemporânea, pois, se alguma teoria nova surgir, devidamente comprovada pelas pesquisas científicas e estiverem em desacordo com algum ponto da filosofia espírita, esta será modificada nesse ponto, o que até hoje jamais ocorreu.
Francisco Rebouças.
Foi ontem o aniversario da minha amiga Kátia cilene, mas como nao tive tempo vim hj dedicar o meu carinho por ela...minha linda, tudo de bom, felicidades, amor, amigos , paz e muitas realizaçoes...
|São os desejos dessa sua amiga aqui que tem muito carinho por ti e te admira muito...bjaooo no coração..
|São os desejos dessa sua amiga aqui que tem muito carinho por ti e te admira muito...bjaooo no coração..
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
40000
Eu a a guerreirinha linda Larissa Daniela da Escossia Rosado..ou Larissa Rosado, candidata a deputada estadual pelo psb...vai assumir agora o seu terceiro mandato...nela vc vota, vc confia.
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